As ruínas da Vila de Igatu foram objeto de experimentação fotográfica de Rafael Martins. Há três anos, quando registrou as imagens do livro “Vagalumes”, foi a primeira vez que usou a técnica “light painting” fora de um estúdio. Ele buscou dar vida a esse pequeno povoado, que mantém acesa a memória dos tempos áureos do ciclo de diamantes a partir do cenário de casas de pedras e da lembrança da modesta população de pouco mais de 300 habitantes.

As ruínas da Vila de Igatu foram objeto de experimentação fotográfica de Rafael Martins. Há três anos, quando registrou as imagens do livro “Vagalumes”, foi a primeira vez que usou a técnica “light painting” fora de um estúdio. Ele buscou dar vida a esse pequeno povoado, que mantém acesa a memória dos tempos áureos do ciclo de diamantes a partir do cenário de casas de pedras e da lembrança da modesta população de pouco mais de 300 habitantes.

Como lápides, 10 placas em mármore representam os trabalhos confiscados por militares na edição de 1968 – até pouco tempo, a última – da Bienal de Arte da Bahia. Desaparecidos, a memória exposta vira obra de arte. (Conheça a lista abaixo). Para visitar, é só acessar a Galeria 4 do Mosteiro de São Bento, na exposição “Reencenação”, aberta no sábado 31.

Como lápides, 10 placas em mármore representam os trabalhos confiscados por militares na edição de 1968 – até pouco tempo, a última – da Bienal de Arte da Bahia. Desaparecidos, a memória exposta vira obra de arte. (Conheça a lista abaixo). Para visitar, é só acessar a Galeria 4 do Mosteiro de São Bento, na exposição “Reencenação”, aberta no sábado 31.

Almandrade, Fábio Magalhães, Josilton Tomn, Lara Viana, Marcius Karoru, Rosa Bunchaf, Vinicius S.A, Willyams Martins. Oito artistas, a Bahia e um mundo de referências. Este é o mote da proposta de Marcelo Campos, curador de “Bahia, contemporânea Bahia”, em cartaz na Galeria Roberto Alban até o dia 12 de julho.

Almandrade, Fábio Magalhães, Josilton Tomn, Lara Viana, Marcius Karoru, Rosa Bunchaf, Vinicius S.A, Willyams Martins. Oito artistas, a Bahia e um mundo de referências. Este é o mote da proposta de Marcelo Campos, curador de “Bahia, contemporânea Bahia”, em cartaz na Galeria Roberto Alban até o dia 12 de julho.

Coloridos e de estilos variados, 26 “cebus flavius” tomam o território do Palacete das Artes, em Salvador, e se espalham pelo jardim. São macacos pregos esculpidos em fibras de vidro e pintados por 27 artistas convidados. A ideia é da ONG MAC – Macaco AIDS Crianças -,  fundado pela norte-americana já radicada na Bahia, Lynn Filippucci, e inspirada na CowParade, exposição de arte pública famosa em todo o mundo.

Coloridos e de estilos variados, 26 “cebus flavius” tomam o território do Palacete das Artes, em Salvador, e se espalham pelo jardim. São macacos pregos esculpidos em fibras de vidro e pintados por 27 artistas convidados. A ideia é da ONG MAC – Macaco AIDS Crianças -, fundado pela norte-americana já radicada na Bahia, Lynn Filippucci, e inspirada na CowParade, exposição de arte pública famosa em todo o mundo.

O sertão nordestino, a inspiração de tantos artistas, cativou também o cearense Ícaro Lira. É lá o seu refúgio artístico nos últimos três anos e é de lá que surgem as obras da “Expedição Etnográfica de Ficção”, que podem ser visitadas a partir do dia 17 de julho, no Arquivo Público de Salvador. A exposição é parte da programação da Bienal de Arte da Bahia.

O sertão nordestino, a inspiração de tantos artistas, cativou também o cearense Ícaro Lira. É lá o seu refúgio artístico nos últimos três anos e é de lá que surgem as obras da “Expedição Etnográfica de Ficção”, que podem ser visitadas a partir do dia 17 de julho, no Arquivo Público de Salvador. A exposição é parte da programação da Bienal de Arte da Bahia.

Quinze anos condensados em 70 obras, que pela primeira vez visitam o sul do país. “O Tamanho do Mundo”, em cartaz no Santander Cultural de Porto Alegre até 10 de agosto, relembra trabalhos como a escultura “Caveira de Palhaço”, de 1989, e apresenta séries inéditas a exemplo de “Sandcastle” (Castelos de Areia) e “Colonies” (Colônias). Dono de múltiplas linguagens, Vik Muniz exibe mais uma vez sua diversidade de linguagem em nova individual no Brasil.

Quinze anos condensados em 70 obras, que pela primeira vez visitam o sul do país. “O Tamanho do Mundo”, em cartaz no Santander Cultural de Porto Alegre até 10 de agosto, relembra trabalhos como a escultura “Caveira de Palhaço”, de 1989, e apresenta séries inéditas a exemplo de “Sandcastle” (Castelos de Areia) e “Colonies” (Colônias). Dono de múltiplas linguagens, Vik Muniz exibe mais uma vez sua diversidade de linguagem em nova individual no Brasil.

Salvador em dois tempos: ontem e hoje. Países simbolizados pelas formas de seus aeroportos, vistas via registros de satélite, representam o amanhã. Três contextos e mais um exemplo de relação arte-cidade incitada por Bel Borba, agora em 80 obras inéditas, pensadas para a exposição que estreou na terça-feira (27) na Caixa Cultural Salvador e que fica em cartaz até o dia 20 de julho.

Salvador em dois tempos: ontem e hoje. Países simbolizados pelas formas de seus aeroportos, vistas via registros de satélite, representam o amanhã. Três contextos e mais um exemplo de relação arte-cidade incitada por Bel Borba, agora em 80 obras inéditas, pensadas para a exposição que estreou na terça-feira (27) na Caixa Cultural Salvador e que fica em cartaz até o dia 20 de julho.

Cadeira de dentista, dentes e diamantes são os materiais escolhidos para “Reconhecemos Aqui a Nossa Existência Precária ou Sempre Viva”, uma das nove obras que compõem a exposição “Coisas Existentes Em Função do Desejo”, em cartaz na Caixa Cultural Salvador.

Cadeira de dentista, dentes e diamantes são os materiais escolhidos para “Reconhecemos Aqui a Nossa Existência Precária ou Sempre Viva”, uma das nove obras que compõem a exposição “Coisas Existentes Em Função do Desejo”, em cartaz na Caixa Cultural Salvador.

Em “Installations”, Cildo Meirelles reúne 11 grandes instalações concebidas da década de 1970 até os dias atuais, e uma escultura em escala microscópia, tudo mostrado pela primeira vez ao público de Milão, na Itália. A exposição, que entrou em cartaz no dia 27 de março, pode ser vista no Pirelli HangarBicocca até 20 de junho. A curadoria é de Vicente Todolí.

Em “Installations”, Cildo Meirelles reúne 11 grandes instalações concebidas da década de 1970 até os dias atuais, e uma escultura em escala microscópia, tudo mostrado pela primeira vez ao público de Milão, na Itália. A exposição, que entrou em cartaz no dia 27 de março, pode ser vista no Pirelli HangarBicocca até 20 de junho. A curadoria é de Vicente Todolí.

Destaque para a exposição do artista plástico Bel Borba na Galeria Paulo Darzé, em Salvador.

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