Obaluaê… Dai-me a esperança da tua ajuda. Para que me encoraje diante do martírio imenso que me alucina, Faças com que eu não sofra tanto - Meu Pai Senhor Omolu! Tu és dono dos cemitérios, Tu que és sentinela do sono eterno, Daqueles que foram seduzidos ao teu reino. Tu que és guardião das almas. que ainda não se libertou da matéria, Ouve a minha súplica, atende ao apelo angustioso do teu filho. Que se debate no maior dos sofrimentos.

Obaluaê… Dai-me a esperança da tua ajuda. Para que me encoraje diante do martírio imenso que me alucina, Faças com que eu não sofra tanto - Meu Pai Senhor Omolu! Tu és dono dos cemitérios, Tu que és sentinela do sono eterno, Daqueles que foram seduzidos ao teu reino. Tu que és guardião das almas. que ainda não se libertou da matéria, Ouve a minha súplica, atende ao apelo angustioso do teu filho. Que se debate no maior dos sofrimentos.

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