Douglas Marote

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Douglas Marote
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Skyeyes_Ciça.Bracale_2011

Skyeyes_Ciça.Bracale_2011

Dolores_Ciça.Bracale

Dolores_Ciça.Bracale

Eu cruzo a tua rua  e te aceno de longe  - mas fica sempre o sol  perturbando a pele  e então você se fecha  pra não ter de sorrir  Eu grito convulsa  teu nome ao vento  - mas fica sempre a chuva  embaçando a língua  e então você se seca  pra não ter de fugir  Eu bato em tua cara  sem dó, com vontade  - mas semp

Eu cruzo a tua rua e te aceno de longe - mas fica sempre o sol perturbando a pele e então você se fecha pra não ter de sorrir Eu grito convulsa teu nome ao vento - mas fica sempre a chuva embaçando a língua e então você se seca pra não ter de fugir Eu bato em tua cara sem dó, com vontade - mas semp

"Cisne"_Ciça.Bracale_2012

welcome to my cloud.

uma noite mais, apenas  - e quantas mais serão necessárias ?  engatei na segunda  - na quarta estarei certamente acabada  ouço teu riso imaginário  - só acho amparo nos semáforos  o resto segue engarrafado.  _ Deixa eu buscar em você  o que me é raro  _ Eu não posso te dar  o que não conheço.  Mas tudo bem, tudo bem.

uma noite mais, apenas - e quantas mais serão necessárias ? engatei na segunda - na quarta estarei certamente acabada ouço teu riso imaginário - só acho amparo nos semáforos o resto segue engarrafado. _ Deixa eu buscar em você o que me é raro _ Eu não posso te dar o que não conheço. Mas tudo bem, tudo bem.

Nenhum lugar me cabe mais  nehuma rua é familiar  nehuma palavra satisfaz  nada que digo me pertence  nada soa natural  Você tirou meu ar  você minou minhas crenças  desenterrou meus carnavais  me anulou a indiferença  Você tirou a minha luz  você perdeu minha cabeça  resgatou meus infernos sepultados  exumou meus invernos malamados

Nenhum lugar me cabe mais nehuma rua é familiar nehuma palavra satisfaz nada que digo me pertence nada soa natural Você tirou meu ar você minou minhas crenças desenterrou meus carnavais me anulou a indiferença Você tirou a minha luz você perdeu minha cabeça resgatou meus infernos sepultados exumou meus invernos malamados

Veja meus olhos  Dá-me a tua mão  Faça-me colo  pro meu choro vão  Eu sou apenas uma menina  esquecida na multidão  Me abraça, não larga  me tira do chão  Me dá tua verdade  Me dá teu colchão  Eu sou apenas uma menina  esquecida na multidão  Me acalma  Me afaga  Me põe pra dormir

Veja meus olhos Dá-me a tua mão Faça-me colo pro meu choro vão Eu sou apenas uma menina esquecida na multidão Me abraça, não larga me tira do chão Me dá tua verdade Me dá teu colchão Eu sou apenas uma menina esquecida na multidão Me acalma Me afaga Me põe pra dormir

"divino"_publicado en http://issuu.com/la100aga/docs/la100aga04

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