Turismo Manaus (AM) - O Encontro das Águas, um fenômeno natural causado pelo encontro das águas barrentas do Rio Solimões com as águas escuras do Rio Negro, que percorrem cerca de seis quilômetros sem se misturarem. Esse fenômeno acontece em decorrência da temperatura, densidade, velocidade e correntezas das águas.

Turismo Manaus (AM) - O Encontro das Águas, um fenômeno natural causado pelo encontro das águas barrentas do Rio Solimões com as águas escuras do Rio Negro, que percorrem cerca de seis quilômetros sem se misturarem. Esse fenômeno acontece em decorrência da temperatura, densidade, velocidade e correntezas das águas.

Coari é um município brasileiro do estado do Amazonas e localizada a 363 km de Manaus. É uma das cidades mais ricas da região norte. Lá existe a plataforma da Petrobrás do Urucú. Iludida pelo dinheiro de royalties do petróleo, Coari negligenciou sua vocação natural para a agricultura familiar. A foto é do Encontro das águas barrentas do rio Solimões contrastam com as águas do Lago de Coari, no Amazonas.

Coari é um município brasileiro do estado do Amazonas e localizada a 363 km de Manaus. É uma das cidades mais ricas da região norte. Lá existe a plataforma da Petrobrás do Urucú. Iludida pelo dinheiro de royalties do petróleo, Coari negligenciou sua vocação natural para a agricultura familiar. A foto é do Encontro das águas barrentas do rio Solimões contrastam com as águas do Lago de Coari, no Amazonas.

A VOZ DA SELVA AMAZÔNICA: TRAGÉDIAS DA SELVA AMAZÔNICA Tenho lembranças terríveis de minha terra. Lá a natureza é cruel e mortal e não perdoa bobo. Não se aplica a lei do "olho por olho, dente por dente" na selva amazônica. Ela tem sua própria lei. Ela abriga e mata. Suas águas são traiçoeiras. Correntezas perigosas e imprevisíveis. Águas negras e barrentas, que em dias de tempestades produzem ondas com mais de três metros de alturas. Vira barco. Quebra canoa. Arranca árvore...

A VOZ DA SELVA AMAZÔNICA: TRAGÉDIAS DA SELVA AMAZÔNICA Tenho lembranças terríveis de minha terra. Lá a natureza é cruel e mortal e não perdoa bobo. Não se aplica a lei do "olho por olho, dente por dente" na selva amazônica. Ela tem sua própria lei. Ela abriga e mata. Suas águas são traiçoeiras. Correntezas perigosas e imprevisíveis. Águas negras e barrentas, que em dias de tempestades produzem ondas com mais de três metros de alturas. Vira barco. Quebra canoa. Arranca árvore...

Extensão 8.544.480 hectares | região do Alto Solimões, SO do Estado do AM, próximo à fronteira Brasil/Peru  | 1999 reconhecida como TI , 2000 demarcada fisicamente, 2001 homologada | Maioria dos cursos d’água na bacia do Javari tem suas águas barrentas: alto teor de sedimentos| Clima equatorial, altos índices pluviométricos, período de estiagem pouco marcado. Temperaturas médias 24ºC/26ºC. | Duas regiões fitoecológicas principais: Floresta Tropical Densa e Floresta Tropical Aberta.

Extensão 8.544.480 hectares | região do Alto Solimões, SO do Estado do AM, próximo à fronteira Brasil/Peru | 1999 reconhecida como TI , 2000 demarcada fisicamente, 2001 homologada | Maioria dos cursos d’água na bacia do Javari tem suas águas barrentas: alto teor de sedimentos| Clima equatorial, altos índices pluviométricos, período de estiagem pouco marcado. Temperaturas médias 24ºC/26ºC. | Duas regiões fitoecológicas principais: Floresta Tropical Densa e Floresta Tropical Aberta.

Detalhe do encontro das águas barrentas do Rio Solimões com as águas escuras do Rio Negro que formam o Rio Amazonas.

Os passeios em Manaus com o melhor da Amazônia

Detalhe do encontro das águas barrentas do Rio Solimões com as águas escuras do Rio Negro que formam o Rio Amazonas.

O Rio Kizo, que não tem ponte, com uma forte enxurrada de águas barrentas e ondas furiosas. Os etíopes conhecem bem o que é uma cabeça d’água. Uma chuva em uma montanha a dezenas de km de distância provocara um imenso acúmulo de água que precisa encontrar uma saída. No caso, o Rio Kizo. No Vale do Rio Omo, Etiópia.  Fotografia: © Haroldo Castro / Época.  http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/viajologia/noticia/2015/06/isolados-no-sul-da-etiopia-os-karo-ainda-pintam-e-enfeitam-o-corpo.html

O Rio Kizo, que não tem ponte, com uma forte enxurrada de águas barrentas e ondas furiosas. Os etíopes conhecem bem o que é uma cabeça d’água. Uma chuva em uma montanha a dezenas de km de distância provocara um imenso acúmulo de água que precisa encontrar uma saída. No caso, o Rio Kizo. No Vale do Rio Omo, Etiópia. Fotografia: © Haroldo Castro / Época. http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/viajologia/noticia/2015/06/isolados-no-sul-da-etiopia-os-karo-ainda-pintam-e-enfeitam-o-corpo.html

Encontro das águas  O rio é uma das grandes atrações turísticas da cidade e um dos principais meios econômicos e de transporte para os seus habitantes. Nas proximidades de Manaus, o rio Negro encontra-se com o rio Solimões, formando o Encontro das águas, onde as águas barrentas do Solimões não se misturam com as águas do Rio Negro. Depois da união dos dois rios, passam a receber o nome de "Rio Amazonas", em território brasileiro.

Encontro das águas O rio é uma das grandes atrações turísticas da cidade e um dos principais meios econômicos e de transporte para os seus habitantes. Nas proximidades de Manaus, o rio Negro encontra-se com o rio Solimões, formando o Encontro das águas, onde as águas barrentas do Solimões não se misturam com as águas do Rio Negro. Depois da união dos dois rios, passam a receber o nome de "Rio Amazonas", em território brasileiro.

Canal do Jari, Alter do Chao, Santarém - Pará. Representa uma região de grande beleza natural, através da qual as águas barrentas do Amazonas são lançadas de encontro às águas esverdeadas do Tapajós, compondo um cenário exótico, com um ecossistema próprio.

Canal do Jari, Alter do Chao, Santarém - Pará. Representa uma região de grande beleza natural, através da qual as águas barrentas do Amazonas são lançadas de encontro às águas esverdeadas do Tapajós, compondo um cenário exótico, com um ecossistema próprio.

Encontro das águas  verde esmeralda do Tapajós com as águas barrentas do Amazonas. A partir desse encontro, os rios correm juntos, por um bom tempo, sem se misturar.

Encontro das águas verde esmeralda do Tapajós com as águas barrentas do Amazonas. A partir desse encontro, os rios correm juntos, por um bom tempo, sem se misturar.

Águas barrentas do Rio Suaçui Pequeno em Governador Valadares, Minas Gerais, Brasil.  Fotografia: HVL.

Águas barrentas do Rio Suaçui Pequeno em Governador Valadares, Minas Gerais, Brasil. Fotografia: HVL.

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