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Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira (São Luís, 10 de setembro de 1930 – Rio de Janeiro, 4 de dezembro de 2016.), foi um escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo. Foi o postulante da cadeira 37 da Academia Brasileira de Letras, na vaga deixada por Ivan Junqueira, da qual tomou posse em 5 de dezembro de 2014.

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https://flic.kr/p/fS6RDn | Ferreira Gullar é um gato escrito em um muro de Copacabana Rio de Janeiro | Ferreira Gullar, pseudônimo de José Ribamar Ferreira é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo.

Cecília Benevides de Carvalho Meirelles (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1901 - idem 1964). Poeta, cronista, educadora, ensaísta, tradutora e dramaturga. Seus três irmãos mais velhos morrem antes de ela nascer; seu pai, três meses antes de seu nascimento; e a mãe, antes de ela completar 3 anos. É

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As Paixões

François-Marie Arouet (Paris, 21 de novembro de 1694 — Paris, 30 de maio de 1778), mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. “A…

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Mostra multimídia homenageia Ariano Suassuna na Caixa Cultural

Abre ao público na Caixa Cultural, a partir do dia 13 de fevereiro, projeto multimídia em homenagem ao ensaísta, romancista e dramaturgo paraibano, Ariano Suassuna.

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“Vivemos uma era de ansiedade irracional”

O ensaísta afirma que os seres humanos têm uma imaginação superdotada e que isso explica a mudança histórica

Ideal de Beleza

François-Marie Arouet (Paris, 21 de novembro de 1694 — Paris, 30 de maio de 1778), mais conhecido pelo pseudônimo Voltaire, foi um escritor, ensaísta, deísta e filósofo iluminista francês. Genial a…

Lia Vieira, pseudônimo de Eliana Vieira, é uma autora com vasta publicação de contos e poemas editados em “Cadernos Negros”, entre outras antologias no Brasil e no estrangeiro, assim como textos de não-ficção. De sua autoria, os livros “Eu, mulher” – mural de poesias (1990) e “Chica da Silva – a mulher que inventou o mar” (2001) e agora este “Só as mulheres sangram”, sob a chancela da editora mineira Nandyala e com prefácio da escritora e ensaísta Miriam Alves. -

Mulher deve ser maternal e parar de culpar o homem, diz Camille Paglia

Mulher deve ser maternal e parar de culpar o homem, diz Camille Paglia - 24/04/2015 - Ilustrada - Folha de S.Paulo

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Beatriz Sarlo: “A América Latina hoje não inspira ingenuidade em ninguém”

A ensaísta Beatriz Sarlo compara a cultura de sua Argentina natal com a brasileira. C.M. >>

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