Belos ou assustadores: Os 39 lugares abandonados mais incríveis do mundo

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Ecoturismo: Estrada Velha de Santos-Trilha no Parque Estadual da Serra do Mar: Há aproximadamente um ano, a Estrada Velha de Santos (SP) - trecho d...

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Final dos anos 60; embaixo a Raimundo Pereira de Magalhães (naquela época Estrada Velha de Campinas) chegando à marginal do Tietê; a direita o terreno onde hoje esta o Shopping Tietê Plaza, a esquerda o terreno onde estão o Pastorinho e o Projeto Bandeirantes; no meio da foto a construção da nova ponte ferroviária e mais acima a Ponte do Piqueri. Note-se na continuação da Raimundo sobre o rio , a velha ponte de madeira que depois foi demolida, como também a curva que o rio fazia no local e…

Final dos anos 60; embaixo a Raimundo Pereira de Magalhães (naquela época Estrada Velha de Campinas) chegando à marginal do Tietê; a direita o terreno onde hoje esta o Shopping Tietê Plaza, a esquerda o terreno onde estão o Pastorinho e o Projeto Bandeirantes; no meio da foto a construção da nova ponte ferroviária e mais acima a Ponte do Piqueri. Note-se na continuação da Raimundo sobre o rio , a velha ponte de madeira que depois foi demolida, como também a curva que o rio fazia no local e…

Estrada Velha da Barra da Tijuca - Anos 20

Barra da Tijuca, primórdios

Estrada Velha - Lourenço & Lourival

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ESTRADA VELHA DE CAMPINAS A SAO PAULO 1927

ESTRADA VELHA DE CAMPINAS A SAO PAULO 1927

O primeiro automóvel de passageiros que apareceu no Rio de Janeiro foi de José do Patrocínio, por volta de 1895. Movido a vapor, com fornalha, caldeira e chaminé, foi importado da França. Certo dia, o poeta Olavo Bilac, que aprendia com Patrocínio a difícil "arte de dirigir", levou o automóvel contra o tronco de uma árvore, na Estrada Velha da Tijuca, inutilizando-o. Patrocínio ficou desolado; Bilac, ao contrário, gabava-se de ser o precursor dos desastres de automóvel no Brasil.

O primeiro automóvel de passageiros que apareceu no Rio de Janeiro foi de José do Patrocínio, por volta de 1895. Movido a vapor, com fornalha, caldeira e chaminé, foi importado da França. Certo dia, o poeta Olavo Bilac, que aprendia com Patrocínio a difícil "arte de dirigir", levou o automóvel contra o tronco de uma árvore, na Estrada Velha da Tijuca, inutilizando-o. Patrocínio ficou desolado; Bilac, ao contrário, gabava-se de ser o precursor dos desastres de automóvel no Brasil.

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