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Infante D. AFONSO de AVIS (1390–1400) - 2º filho de D. João I e de D. Filipa de Lencastre - Afonso de Portugal - encontra-se sepultado na Sé Catedral de Braga. O conjunto tumular não tem precedentes em Portugal, porquanto reúne características formais, estilísticas e materiais únicas na arte funerária medieval. Datado do século XV. , possivelmente mandado construir por sua irmã D. Isabel casada com Filipe de Borgonha, o Bom Duque de Borgonha – Wikipédia, a enciclopédia livre

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Histórias de fantasmas rondam funcionários de funerária em São Paulo | Sobrenatural.org

de Exame

Guns N’ Roses faz vídeo para homenagear time da Chapecoense

Caixões de vítimas de acidente aéreo com time da Chapecoense em funerária de Medellín

Mas o que é que eles comiam? Depois de peneirar 300 litros (79,3 galões) de sedimentos escavados, desde 4,5 a 9 pés debaixo de um monte artificial, numa parte funerária do povoamento, os investigadores descobriram uma resposta surpreendente: peixes. Escavações no sítio pré-histórico Hatahara revelaram uma grande diversidade de ossos de peixes. “... minha surpresa, mamíferos correspondiam apenas a 4 por cento dos restos mortais, enquanto peixes e répteis correspondiam aos restantes 96%.”

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de ArchDaily

Gallery of Ingelheim Funeral Chapel / Bayer & Strobel Architekten - 14

Ingelheim Funeral Chapel / Bayer & Strobel Architekten

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de ArchDaily Brasil

Galeria de Funerária Sant Joan Despí / Batlle i Roig Arquitectes - 4

Galeria - Casa Funerária Sant Joan Despí / Batlle i Roig Arquitectes - 31

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Conheçam a agência funerária que publicita os seus enterros de forma diferente. O anúncio da Funalcoitão já é um sucesso de visualizações #Portugal #Funalcoitão #FilhodaPub

de razaoautomovel.com

"Comprámos uma carrinha funerária e montámos a Ripper Tours"

Nelson Silva e José Gonçalves são os nomes dos dois «génios» que no final de uma noite de copos decidiram comprar uma carrinha funerária.

Hospital OASE de Timbó denuncia Funerária

Numa noite de copos, Nelson Silva e José Gonçalves fizeram uma compra algo inusitada pela internet: uma carrinha funerária de 1990, de um "castanho tipo chocolate bolorento", que em breve descobririam não ir além dos 80 quilómetros por hora, descreve Nelson, com humor.