Rua Boa Vista esquina com a Ladeira Porto Geral - Em 1913 a empresa jornalistica “O Estado de São Paulo” instalou ali a redação e a administração do jornal onde permaneceu até 1929, quando se mudaram para a rua Barão Duprat, enquanto esperavam a conclusão das obras da nova sede no prédio da rua Major Quedinho. Ao lado construíram o Teatro Boa Vista, inaugurado em 1916 e demolido em 1947. No local foi erguido o edifício do Banco Paulista do Comércio, obra do renomado arquiteto Rino Levi.

Era uma vez em SP: teatro Boa Vista - noticias - Estadao.com.br - Acervo

Rua Boa Vista esquina com a Ladeira Porto Geral - Em 1913 a empresa jornalistica “O Estado de São Paulo” instalou ali a redação e a administração do jornal onde permaneceu até 1929, quando se mudaram para a rua Barão Duprat, enquanto esperavam a conclusão das obras da nova sede no prédio da rua Major Quedinho. Ao lado construíram o Teatro Boa Vista, inaugurado em 1916 e demolido em 1947. No local foi erguido o edifício do Banco Paulista do Comércio, obra do renomado arquiteto Rino Levi.

Propagandas Históricas: anos 60

Propagandas Antigas

Propagandas Históricas: anos 60

Homens fantasiados no carnaval carioca. Rio de Janeiro, anos 1940/1950.

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1890 - Mercado Municipal localizado na rua 25 de março - Várzea do Carmo (atual Parque Dom Pedro II).

1890 - Mercado Municipal localizado na rua 25 de março - Várzea do Carmo (atual Parque Dom Pedro II).

Há 81 anos, Antonieta da Barros se tornava a primeira mulher negra a conquistar um mandato popular no Brasil. A professora, jornalista, feminista quase apagada dos livros de História, agora ganha um filme seu.

Você conhece a história da primeira deputada negra do Brasil

Há 81 anos, Antonieta da Barros se tornava a primeira mulher negra a conquistar um mandato popular no Brasil. A professora, jornalista, feminista quase apagada dos livros de História, agora ganha um filme seu.

Mulheres e crianças canudenses prisioneiras, este foi um dos poucos grupos de prisioneiros (apenas algumas centenas de uma população de mais de 5 mil habitações) que não foi morto pelo exército, 1897 (Flávio de Barros/Acervo Museu da República).

Mulheres e crianças canudenses prisioneiras, este foi um dos poucos grupos de prisioneiros (apenas algumas centenas de uma população de mais de 5 mil habitações) que não foi morto pelo exército, 1897 (Flávio de Barros/Acervo Museu da República).

CECÍLIA MEIRELES | Considerada uma das principais poetas do século 20 no Brasil, Cecília Meireles publicou 50 obras, incluindo contos, crônicas, poesias, romances e literatura infantil. Cecília nasceu no Rio de Janeiro, em 1901, em uma família grande, mas logo conheceu a solidão: o pai morreu antes do seu nascimento; a mãe, morreu quando a menina tinha 3 anos; os três irmãos morreram também na infância de Cecília. Órfã, foi morar na chácara da avó, onde começou a ler e escrever.

As (outras) mulheres brasileiras sobre quem deveríamos aprender na escola

CECÍLIA MEIRELES | Considerada uma das principais poetas do século 20 no Brasil, Cecília Meireles publicou 50 obras, incluindo contos, crônicas, poesias, romances e literatura infantil. Cecília nasceu no Rio de Janeiro, em 1901, em uma família grande, mas logo conheceu a solidão: o pai morreu antes do seu nascimento; a mãe, morreu quando a menina tinha 3 anos; os três irmãos morreram também na infância de Cecília. Órfã, foi morar na chácara da avó, onde começou a ler e escrever.

1910 - Pequenos prestadores de serviço jogam bola de gude, em frente à Estação da Luz. Foto de Vincenzo Pastore. Acervo do Instituto Moreira Salles.

1910 - Pequenos prestadores de serviço jogam bola de gude, em frente à Estação da Luz. Foto de Vincenzo Pastore. Acervo do Instituto Moreira Salles.

1910 - Ferroviário lê jornal, cercado por carregadores de malas, em frente à Estação da Luz. Foto de Vincenzo Pastore. Acervo do Instituto Moreira Salles.

1910 - Ferroviário lê jornal, cercado por carregadores de malas, em frente à Estação da Luz. Foto de Vincenzo Pastore. Acervo do Instituto Moreira Salles.

Odorico Tavares - A minha casa baiana - Apresenta cerca de 450 obras da coleção do jornalista, escritor e poeta pernambucano, Odorico Tavares, uma das figuras centrais da cultura baiana. Uma parte do acervo (gravuras, fotografias, documentos, manuscritos e mapas) está exposta no Museu Afro Brasil, em São Paulo. A outra parte (pinturas, esculturas, mobiliário e arte barroca), com cerca de 200 peças, está na Galeria de Arte do Sesi - Curadoria de Emanoel Araujo - Formato: 30x23cm, ricamente…

Odorico Tavares - A minha casa baiana - Apresenta cerca de 450 obras da coleção do jornalista, escritor e poeta pernambucano, Odorico Tavares, uma das figuras centrais da cultura baiana. Uma parte do acervo (gravuras, fotografias, documentos, manuscritos e mapas) está exposta no Museu Afro Brasil, em São Paulo. A outra parte (pinturas, esculturas, mobiliário e arte barroca), com cerca de 200 peças, está na Galeria de Arte do Sesi - Curadoria de Emanoel Araujo - Formato: 30x23cm, ricamente…

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