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O Natal é para todo o ano? O espírito de fraternidade sim, mas a decoração de Natal, definitivamente, não. Então, porque não dar ouvidos a esta estrofe quando pensarmos em decoração de Natal? Que t…

flocos de neve de papel – ideias custo zero

O Natal é para todo o ano? O espírito de fraternidade sim, mas a decoração de Natal, definitivamente, não. Então, porque não dar ouvidos a esta estrofe quando pensarmos em decoração de Natal? Que t…

O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase. (Paulo Leminski)

O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase. (Paulo Leminski)

Dia de Portugal  "As armas e os Barões assinalados Que da Ocidental praia Lusitana Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram"  Canto I, Estrofe I, in Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões  Já arrancaram no Porto as comemorações oficiais do Dia de Portugal, que se estendem desde o Porto até ao Brasil.

Dia de Portugal "As armas e os Barões assinalados Que da Ocidental praia Lusitana Por mares nunca de antes navegados Passaram ainda além da Taprobana, Em perigos e guerras esforçados Mais do que prometia a força humana, E entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram" Canto I, Estrofe I, in Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões Já arrancaram no Porto as comemorações oficiais do Dia de Portugal, que se estendem desde o Porto até ao Brasil.

Pedro e Inês, uma história de Amor...: Lenda da Quinta das Lágrimas. Túmulo 'As filhas do Mondego a morte escura Longo tempo chorando memoraram, E, por memória eterna, em fonte pura As lágrimas choradas transformaram. O nome lhe puseram, que inda dura, Dos amores de Inês, que ali passaram. Vede que fresca fonte rega as flores, Que lágrimas são a água e o nome Amores : lápide com a estrofe de Camões.

Pedro e Inês, uma história de Amor...: Lenda da Quinta das Lágrimas. Túmulo 'As filhas do Mondego a morte escura Longo tempo chorando memoraram, E, por memória eterna, em fonte pura As lágrimas choradas transformaram. O nome lhe puseram, que inda dura, Dos amores de Inês, que ali passaram. Vede que fresca fonte rega as flores, Que lágrimas são a água e o nome Amores : lápide com a estrofe de Camões.

Essas são as duas músicas que o coral vai cantar. Na primeira música o coral fará uma participação na ultima estrofe e refrão. Na segunda todos cantaremos uma versão feita pela Simone Portela da músic

Essas são as duas músicas que o coral vai cantar. Na primeira música o coral fará uma participação na ultima estrofe e refrão. Na segunda todos cantaremos uma versão feita pela Simone Portela da músic

Licença Poética : "O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase.”    Leminki      Arte de Thiago Meira | simonesardeiro

Licença Poética : "O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase.” Leminki Arte de Thiago Meira | simonesardeiro

E imaginar que tudo isto iria para o lixo... Flocos de neve de papel  www.decoracasas.com.br

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O beijo é uma estrofe que duas bocas rimam. — Coelho Neto

O beijo é uma estrofe que duas bocas rimam. — Coelho Neto

O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase. — Paulo Leminski

O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase. — Paulo Leminski

Pesquisa: O que é Poema?, Ritmo na Poesia, Estrofe, Soneto, Métrica, Rima e Verso | E.E Florestan Fernandes

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Os Arrais - O Bilhete e o Trovão

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"Bloom procurava o insólito que não sendo acontecimento mudo ou ruído, sendo sítio, obriga a caminhar. Se o que procuro chegasse à minha cadeira, para que serviriam os sapatos? Mas é já um conhecimento clássico: acontecimentos novos existem em espaços novos, e não antigos. Não deixes que a tua cadeira confortável prejudique a tua curiosidade." Gonçalo M. Tavares in Uma Viagem à Índia, canto 1, estrofe 70

"Bloom procurava o insólito que não sendo acontecimento mudo ou ruído, sendo sítio, obriga a caminhar. Se o que procuro chegasse à minha cadeira, para que serviriam os sapatos? Mas é já um conhecimento clássico: acontecimentos novos existem em espaços novos, e não antigos. Não deixes que a tua cadeira confortável prejudique a tua curiosidade." Gonçalo M. Tavares in Uma Viagem à Índia, canto 1, estrofe 70

Flocos de neve de papel - ideias de Natal custo ZERO! www.decoracasas.com.br

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Pela métrica petista, Camões foi um golpista  Brasil 17.02.17 15:28 O maior ofendido na entrega do Prêmio Camões, hoje, foi Camões.  No canto sétimo de "Os Lusíadas", o poeta diz que não cantará os inimigos da lei de Deus e da lei humana que se colocam contra o bem público. Nem aqueles que procuram altos cargos para dar maior vazão à sua perversidade.  Leiam a estrofe 84 do canto sétimo:  "Nem creiais, Ninfas, não, que fama desse  A quem ao bem comum e do seu Rei  Antepuser seu próprio…

Pela métrica petista, Camões foi um golpista Brasil 17.02.17 15:28 O maior ofendido na entrega do Prêmio Camões, hoje, foi Camões. No canto sétimo de "Os Lusíadas", o poeta diz que não cantará os inimigos da lei de Deus e da lei humana que se colocam contra o bem público. Nem aqueles que procuram altos cargos para dar maior vazão à sua perversidade. Leiam a estrofe 84 do canto sétimo: "Nem creiais, Ninfas, não, que fama desse A quem ao bem comum e do seu Rei Antepuser seu próprio…

O beijo é como uma estrofe, em que dois lábios se unem para cantar uma só melodia.

Dia do Beijo

O beijo é como uma estrofe, em que dois lábios se unem para cantar uma só melodia.

Deus! O Deus! onde estás que não respondes? Em que mundo, em que estrela tu t’escondes Embuçado nos céus? Há dois mil anos te mandei meu grito, que embalde desde então corre o infinito... Onde estás, senhor Deus? A evocação embalada numa forte carga de emoção é uma pequena estrofe do poema “Vozes D’África”, do genial poeta baiano Castro Alves

Deus! O Deus! onde estás que não respondes? Em que mundo, em que estrela tu t’escondes Embuçado nos céus? Há dois mil anos te mandei meu grito, que embalde desde então corre o infinito... Onde estás, senhor Deus? A evocação embalada numa forte carga de emoção é uma pequena estrofe do poema “Vozes D’África”, do genial poeta baiano Castro Alves