O Website do Profeta Maomé, O Mensageiro de Alá - Felicidade no Islã (parte 2 de 3): Felicidade & ciência

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O Website do Profeta Maomé, O Mensageiro de Alá - Práticas de mil sunnas durante o dia e a noite _  Iphone

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Profeta maomé, pintura de Nicholas Roerich (1925)

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blogAuriMartini: Biografia do PROFETA MAOMÉ http://wwwblogtche-auri.blogspot.com.br/2012/09/biografia-do-profeta-maome_27.html

Biografia do PROFETA MAOMÉ

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O Profeta Maomé -- Muhammad -- recitando o Alcorão em Meca na gravura do século XV (Wikipedia) | Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão, visto pelos fiéis com um dos mais perfeitos seres humanos | Maomé  estabeleceu as primeiras sessões de conhecimento na Dar’ul Arqam, ensinando sobre as bases do Islã, a importância da moralidade e a unicidade de Deus.

O Profeta Maomé -- Muhammad -- recitando o Alcorão em Meca na gravura do século XV (Wikipedia) | Segundo a religião islâmica, Maomé é o mais recente e último profeta do Deus de Abraão, visto pelos fiéis com um dos mais perfeitos seres humanos | Maomé estabeleceu as primeiras sessões de conhecimento na Dar’ul Arqam, ensinando sobre as bases do Islã, a importância da moralidade e a unicidade de Deus.

Viagens e Beleza: A mesquita e o cabelo do profeta Maomé!

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Estado Islâmico vende escravas sexuais no Facebook para arrecadar fundos

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Para levantar fundos e superar crise econômica, o Estado Islâmico (EI) começou a vender escravas sexuais por meio do Facebook.

Nesse livro, Bernard Lewis examina as raízes históricas do ressentimento que uma parcela dos adeptos do islamismo nutre com relação ao que qualifica como “mundo infiel”. Partindo da fundação da religião muçulmana pelo profeta Maomé, o autor traça, de maneira crítica, uma linha do tempo que percorre a era dos califas, o Império Otomano, a ameaça representada pelos cruzados, a dominação colonial européia e a intensificação dos conflitos entre Oriente e Ocidente nos últimos tempos. Em texto…

Nesse livro, Bernard Lewis examina as raízes históricas do ressentimento que uma parcela dos adeptos do islamismo nutre com relação ao que qualifica como “mundo infiel”. Partindo da fundação da religião muçulmana pelo profeta Maomé, o autor traça, de maneira crítica, uma linha do tempo que percorre a era dos califas, o Império Otomano, a ameaça representada pelos cruzados, a dominação colonial européia e a intensificação dos conflitos entre Oriente e Ocidente nos últimos tempos. Em texto…

Teólogo Leonardo Boff compartilha texto em que explica por que também 'não é Charlie'; "Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a imagem de Nossa Senhora para atacar os católicos… Qual é o objetivo disso? O próprio Charb falou: 'É preciso que o Islã esteja tão ...

Teólogo Leonardo Boff compartilha texto em que explica por que também 'não é Charlie'; "Na religião muçulmana, há um princípio que diz que o Profeta Maomé não pode ser retratado, de forma alguma. Esse é um preceito central da crença Islâmica, e desrespeitar isso desrespeita todos os muçulmanos. Fazendo um paralelo, é como se um pastor evangélico chutasse a imagem de Nossa Senhora para atacar os católicos… Qual é o objetivo disso? O próprio Charb falou: 'É preciso que o Islã esteja tão ...

Um professor da universidade de Birmingham, da Inglaterra, encontrou fragmentos do Alcorão, o livro sagrado do Islã, de 1.300 anos atrás, que podem ser os mais antigos do mundo, de modo que o autor pode até ter ouvido pregações do profeta Maomé. As peças ficaram, pelo menos, cem anos arquivadas em uma coleção de livros e documentos do Oriente Médio na biblioteca da universidade, sem que ninguém percebesse sua importância

Veja tesouros arqueológicos e paleontológicos

Um professor da universidade de Birmingham, da Inglaterra, encontrou fragmentos do Alcorão, o livro sagrado do Islã, de 1.300 anos atrás, que podem ser os mais antigos do mundo, de modo que o autor pode até ter ouvido pregações do profeta Maomé. As peças ficaram, pelo menos, cem anos arquivadas em uma coleção de livros e documentos do Oriente Médio na biblioteca da universidade, sem que ninguém percebesse sua importância

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