A cada dia uma mascara é colocada, basta escolher qual você quer.

A cada dia uma mascara é colocada, basta escolher qual você quer.

The Mysteries of the Horizon (1955) oil on canvas painting by the Belgian surrealist René Magritte ~ 1955

The Mysteries of the Horizon (1955) oil on canvas painting by the Belgian surrealist René Magritte ~ 1955

Rene Magritte: o homem que causa orgasmos intelectuais e cutuco mental ao msm tempo.

Rene Magritte: o homem que causa orgasmos intelectuais e cutuco mental ao msm tempo.

One of my favourite artists, Magritte's work.  I like how all his backgrounds and figures are so realistic, yet what they are doing is impossible.

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René Magritte.  Have always loved the eerie stillness in his work - even with this flying dove it is a very quiet space.

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René Magritte Belgian, 1898–1967, The Banquet

René Magritte Belgian, 1898–1967, The Banquet

"Se acrescentarmos gente que viaja no tempo e conversa ou se encontra consigo mesmo em outra época, teremos de Marty McFly a Jorge Luís Borges, que foi bater um papo com seu eu velho num de seus contos."

"Se acrescentarmos gente que viaja no tempo e conversa ou se encontra consigo mesmo em outra época, teremos de Marty McFly a Jorge Luís Borges, que foi bater um papo com seu eu velho num de seus contos."

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Memory - Rene Magritte Completion Date: 1948 Place of Creation: Brussels, Belgium Style: Surrealism Period: Mature Period Genre: allegorical painting Technique: oil Material: canvas

Memory - Rene Magritte Completion Date: 1948 Place of Creation: Brussels, Belgium Style: Surrealism Period: Mature Period Genre: allegorical painting Technique: oil Material: canvas

Le fils de l'homme (O Filho do Homem). 1946. "Pelo menos ela esconde o rosto parcialmente bem, assim que você tem a face aparente, a maçã, escondendo o visível mas oculto, o rosto da pessoa. É algo que acontece constantemente. Tudo que nós vemos esconde outra coisa, nós sempre queremos ver o que está escondido pelo o que nós vemos. Há um interesse naquilo que está escondido e no que o visível não nos mostra (...)"

Le fils de l'homme (O Filho do Homem). 1946. "Pelo menos ela esconde o rosto parcialmente bem, assim que você tem a face aparente, a maçã, escondendo o visível mas oculto, o rosto da pessoa. É algo que acontece constantemente. Tudo que nós vemos esconde outra coisa, nós sempre queremos ver o que está escondido pelo o que nós vemos. Há um interesse naquilo que está escondido e no que o visível não nos mostra (...)"

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