..."Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure."

..."Eu possa lhe dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure."

" Vinicius de Moraes, nascido Marcus Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia a alcunha "poetinha", que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. "

" Vinicius de Moraes, nascido Marcus Vinicius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro.Poeta essencialmente lírico, o que lhe renderia a alcunha "poetinha", que lhe teria atribuído Tom Jobim, notabilizou-se pelos seus sonetos. "

Vinicius de Moraes

Espelho de bancada redondo prata

Eu Não Existo Sem Você, Tom Jobim  Vinícius de Moraes

Eu Não Existo Sem Você, Tom Jobim Vinícius de Moraes

"Amo-te tanto, meu amor... não cante O humano coração com mais verdade" - Vinicius de Moraes

"Amo-te tanto, meu amor... não cante O humano coração com mais verdade" - Vinicius de Moraes

Quadro Vinicius de Moraes - De tudo ao meu amor serei atento

Quadro Vinicius de Moraes - De tudo ao meu amor serei atento

"As palavras têm sabor": Assassinei o "Soneto de Fidelidade". Perdão, Vinícius de Moraes...

"As palavras têm sabor": Assassinei o "Soneto de Fidelidade". Perdão, Vinícius de Moraes...

ROSAS EM POESIAS: Vinícius de Moraes - Soneto da despedida De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.  De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama.  De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente.  Fez-se do amigo próximo o distante…

ROSAS EM POESIAS: Vinícius de Moraes - Soneto da despedida De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto. De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama. De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente. Fez-se do amigo próximo o distante…

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