Fatima Leotte Silva

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Mãe, como eu poderia te agradecer pelas noites mal dormidas? Comidas frias? Banhos não tomados? Cabelo desgrenhado? Roupa suja de leite? Noites em claros? Se eu ainda nem, sequer, falo. As vezes me esforço para expressar o tamanho do meu carinho por ti, mas ainda estou aprendendo a sorrir. Te conheço por dentro, mamãe, e sei (apenas pelo tom da sua voz) quando estas prestes a desmoronar. As vezes, eu choro só por te ver chorar! Na agonia do teu sono, sinto muito porque não quero te largar…

Mãe, como eu poderia te agradecer pelas noites mal dormidas? Comidas frias? Banhos não tomados? Cabelo desgrenhado? Roupa suja de leite? Noites em claros? Se eu ainda nem, sequer, falo. As vezes me esforço para expressar o tamanho do meu carinho por ti, mas ainda estou aprendendo a sorrir. Te conheço por dentro, mamãe, e sei (apenas pelo tom da sua voz) quando estas prestes a desmoronar. As vezes, eu choro só por te ver chorar! Na agonia do teu sono, sinto muito porque não quero te largar…

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