Lélia Parreira

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Fernando Pessoa

Fernando Pessoa com seu amigo Mário de Sá-Carneiro

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Os melhores contos de fadas russos

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"Porto infinito" Representação do poema "Chuva oblíqua", de Fernando Pessoa / Álvaro de Campos

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Pessoa Plural II

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Pessoa Plural I

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"Somos todos palhaços estrangeiros" (poema do "Cancioneiro" de Fernando Pessoa.

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"Ode marítima" (referência ao poema de Fernando Pessoa / Álvaro de Campos).

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O menino da sua mãe (poema do "Cancioneiro",  de Fernando Pessoa)

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O luar através dos altos ramos          Fernando Pessoa / Alberto Caeiro O luar através dos altos ramos  Dizem os poetas todos que é mais Que o luar através dos altos ramos.  Mas para mim, que não sei o que penso, O que o luar através dos altos ramos É, além de ser O luar através dos altos ramos, É não ser mais Que o luar através dos altos ramos.

O luar através dos altos ramos Fernando Pessoa / Alberto Caeiro O luar através dos altos ramos Dizem os poetas todos que é mais Que o luar através dos altos ramos. Mas para mim, que não sei o que penso, O que o luar através dos altos ramos É, além de ser O luar através dos altos ramos, É não ser mais Que o luar através dos altos ramos.

Não sou eu nem sou o outro (Fernando Pessoa e suas máscaras)

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Quadro feito a partir do poema "Mar português", da Mensagem,  de Fernando Pessoa.

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Quadro feito a partir do poema "Lisboa com suas casas", de Fernando Pessoa.

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Leve, breve, suave Um canto de ave Sobe no ar com que principia  O dia. Escuto e passou... Parece que foi só porque escutei que parou. Nunca, nunca, em nada, raie a madrugada, ou 'splenda o dia, ou doire no declive, Tive Prazer a durar. Mais do que o nada, a perda,  Antes de eu o ir Gozar.

Leve, breve, suave Um canto de ave Sobe no ar com que principia O dia. Escuto e passou... Parece que foi só porque escutei que parou. Nunca, nunca, em nada, raie a madrugada, ou 'splenda o dia, ou doire no declive, Tive Prazer a durar. Mais do que o nada, a perda, Antes de eu o ir Gozar.