Um poema nosso de cada dia

Neste painel, locaremos os textos poéticos que estarão presentes durante o ano letivo 2015, dentro do projeto educacional Um poema nosso de cada dia. Deleite-se!
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por Gregório de Matos

por Gregório de Matos

por Manuel Bandeira

por Manuel Bandeira

"Ciranda de roda" por Cássia Rodrigues

"Ciranda de roda" por Cássia Rodrigues

"De tudo ao meu amor serei atento"

"De tudo ao meu amor serei atento"

Vinícius de Moraes

Vinícius de Moraes

Memória  “Amar o perdido deixa confundido este coração.  Nada pode o olvido contra o sem sentido apelo do Não.  As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão.  Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão.”  Carlos Drummond de Andrade

Memória “Amar o perdido deixa confundido este coração. Nada pode o olvido contra o sem sentido apelo do Não. As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão. Mas as coisas findas, muito mais que lindas, essas ficarão.” Carlos Drummond de Andrade

"Esse rio é minha rua, minha e tua mururé, piso no peito da lua, deito no chão da maré.  Pois é, pois é, eu não sou de igarapé, quem montou na cobra grande, não se escancha em puraquê.  Rio abaixo, rio acima, minha sina cana é, só em falá da mardita  me alembrei de Abaeté.  Me arresponde bôto preto que te deu esse pixé foi limo de maresia ou inhaca de mulhé."  Ruy Barata

"Esse rio é minha rua, minha e tua mururé, piso no peito da lua, deito no chão da maré. Pois é, pois é, eu não sou de igarapé, quem montou na cobra grande, não se escancha em puraquê. Rio abaixo, rio acima, minha sina cana é, só em falá da mardita me alembrei de Abaeté. Me arresponde bôto preto que te deu esse pixé foi limo de maresia ou inhaca de mulhé." Ruy Barata

Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas.  Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas.  As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas.  Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas.  Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas.  A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas.  Fernando Pessoa

Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas. A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas. Fernando Pessoa

No meio do caminho  "No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra.  Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra."  Carlos Drummond de Andrade

No meio do caminho "No meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra no meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento na vida de minhas retinas tão fatigadas. Nunca me esquecerei que no meio do caminho tinha uma pedra tinha uma pedra no meio do caminho no meio do caminho tinha uma pedra." Carlos Drummond de Andrade

Poema da Profª. Vânia Jordão

Poema da Profª. Vânia Jordão

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