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Conservatório de Música de Niterói, Rua São Pedro. Ainda continua lá.

Copacabana, zona sul da cidade do Rio de Janeiro, 1895. Na fotografia de Marc Ferrez, estamos próximo onde hoje é o posto 6, observamos o bairro quando ainda era uma vila de pescadores. A rua que aparece, ainda de terra batida, é a rua Francisco Otaviano em direção a Ipanema.

de São Paulo Antiga

A última casa da Avenida São João

Na foto, a antiga residência da Família FerraraQuem passa hoje pela frenética Avenida São João, pensa que ela é de ponta a ponta uma via contínua de prédios e imóveis comerciais menores, de dois ou três andares. Entretanto, poucos percebem que nesta mesma avenida resiste uma bela sobrevivente do início do século 20, e que hoje pode ser chamada de: a última casa da Avenida São João(*1).

1909 - Cine Bijou Theatre - Primeiro cinema de São Paulo. Inaugurado em 16 de novembro de 1907. Seus fundadores foram os empresários Francisco Serrador e Antônio Gadotti e localizava-se na rua São João, no centro da cidade de São Paulo. Foto reprodução do livro Pontes de José Alfredo Vidigal, São Paulo de Piratininga, página 168.

Entrada da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, em 1880 (Foto: Marc Ferrez/ Coleção Gilberto Ferrez/ Acervo Instituto Moreira Salles)

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Depois de anos de abandono imóvel de 1929 foi restaurado pelo governo estadual http://www.saopauloantiga.com.br/rua-ribeiro-de-lima/ … #SaoPaulo pic.twitter.com/ccgZrcfkvd

1968 - Arpoador - Rio de Janeiro - Brazil

O antigo Largo do Paço e atual Praça 15 de Novembro, quando ainda não havia sido executado o plano de remodelação de 1877, que criou um jardim. Da esquerda para a direita, parte do antigo Convento do Carmo (atual Faculdade Cândido Mendes) e o passadiço coberto que fazia a ligação coma Catedral, vista a seguir; a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo; o Hotel de France, então um dos melhores da cidade e rival do Pharoux. Na frente, o ponto de tílburis. Foto de Marc Ferrez, c. 1870.

O primeiro automóvel de passageiros que apareceu no Rio de Janeiro foi de José do Patrocínio, por volta de 1895. Movido a vapor, com fornalha, caldeira e chaminé, foi importado da França. Certo dia, o poeta Olavo Bilac, que aprendia com Patrocínio a difícil "arte de dirigir", levou o automóvel contra o tronco de uma árvore, na Estrada Velha da Tijuca, inutilizando-o. Patrocínio ficou desolado; Bilac, ao contrário, gabava-se de ser o precursor dos desastres de automóvel no Brasil.