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‘O capitalismo sustentável é uma contradição em seus termos’ diz Eduardo Viveiros de Castro | Portal EcoDebate

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Os índios são especialistas em fim do mundo, diz o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro

Metafisicas canibais (trecho) - Eduardo Viveiros de Castro

Metafisicas canibais (trecho) - Eduardo Viveiros de Castro Com uma escrita erudita, poética e ao mesmo tempo militante, inventiva e mordaz, Eduardo Viveiros de Castro define este Metafísicas canibais como a resenha de um livro imaginário que jamais será capaz de terminar: O Anti-Narciso. O objetivo dessa obra inexistente seria ilustrar a tese de que antropologia é uma versão das práticas de conhecimento indígenas que lhe serviram de estudo. O perspectivismo ameríndio é exemplo de como o…

Afinal, como Viveiros vive a política?

Por Alex Martins Moraes e Juliana Mesomo Eduardo Viveiros de Castro promete a descolonização do pensamento, mas nos entrega, paradoxalmente, o reforço das genealogias e práticas institucionais esta...

Antes de mais nada, é preciso esclarecer um ponto: existem inesgotáveis maneiras de se produzir complexidades (de pensamento, de sentido), a despeito daquela com a qual estamos acostumados, derivada da escrita e de uma civilização que se destaca pelo domínio da tecnologia. Sob o aparente despojamento de suas construções e artefatos, os povos indígenas construíram sistemas de pensamento e expressões criativas que, ainda hoje, escapam à compreensão dos melhores cientistas das principais…

Daniel Munduruku: "Índio é invenção total, folclore puro"

A escravidão venceu no Brasil. Nunca foi abolida

A escravidão venceu no Brasil. Nunca foi abolida - PÚBLICO - Iapii-hi, índia Araweté, prepara doce de milho (fotografia de 1982) EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO

Cannibal Metaphysics by Eduardo Viveiros de Castro http://www.amazon.ca/dp/1937561216/ref=cm_sw_r_pi_dp_ArXWvb1RP84CR

Foto: Eduardo Viveiros de Castro, 1982. A marca característica da relação apihi-pihã é a "alegria": tori. Os apihi-pihã (amigos de mesmo sexo) mantêm um convívio de camaradagem jocosa, sem nenhuma conotação agressiva; eles oyo mo-ori, "alegram-se reciprocamente": estão sempre abraçados, são companheiros assíduos na mata, usam livremente dos bens do outro.