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Então fecho os olhos e permito. Não demoro, não reflito. Apenas sinto tua presença sincera enquanto eu respiro.

Então fecho os olhos e permito. Não demoro, não reflito. Apenas sinto tua presença sincera enquanto eu respiro.

[Sombra e rosto] by #panicmonday  Se dou de ombros quando acordo É porque choro com teus olhos Enquanto o sonho me consome E a madrugada dorme

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Eu sigo… E sinto uma vontade danada de trazer teus passos lentos direto pra minha armadilha. E quando eu sinto a tua pele, então? Sai faísca de mim… Ah, você sabe… Mas… E se for mentira?

Eu sigo… E sinto uma vontade danada de trazer teus passos lentos direto pra minha armadilha. E quando eu sinto a tua pele, então? Sai faísca de mim… Ah, você sabe… Mas… E se for mentira?

A cada dia fazemos escolhas. Da camisa amassada ao sapato embolorado, da calça que não serve mais ao futuro embriagado. Ir ou não ir, comer ou não aquela torta recheada, beijar ou não aquela boca safada.

A cada dia fazemos escolhas. Da camisa amassada ao sapato embolorado, da calça que não serve mais ao futuro embriagado. Ir ou não ir, comer ou não aquela torta recheada, beijar ou não aquela boca safada.

Axes. Artist unknown.

Axes. Artist unknown.

Não volte, não, my dear fairy Foi algo que eu disse e foi em vão Foi farta que fiquei, unnecessary Foi algo que eu fiz, algodão

Não volte, não, my dear fairy Foi algo que eu disse e foi em vão Foi farta que fiquei, unnecessary Foi algo que eu fiz, algodão

Seria você o vento?  Ou um barquinho de papel? Esperando um impulso novo Um abraço apertado Uma segunda-feira alheia Uma brincadeira  Pra então você navegar Sair zarpando desse cercado Dessa cidade invisível  De concreto armado E recitar no meu ouvido Uma prece, uma cantiga Uma promessa tão linda Que te desdobre no tempo Te transforme no meu vento Pra então você me levar E me bastar Me ganhar E me flutuar

Seria você o vento? Ou um barquinho de papel? Esperando um impulso novo Um abraço apertado Uma segunda-feira alheia Uma brincadeira Pra então você navegar Sair zarpando desse cercado Dessa cidade invisível De concreto armado E recitar no meu ouvido Uma prece, uma cantiga Uma promessa tão linda Que te desdobre no tempo Te transforme no meu vento Pra então você me levar E me bastar Me ganhar E me flutuar

Pode ser lambretta — Logo vi que de forte não... | panic monday

Pode ser lambretta — Logo vi que de forte não... | panic monday

A estrada segue em frente Nada mais se repete Tudo muda num acorde de trompete Tudo permanece No submundo

A estrada segue em frente Nada mais se repete Tudo muda num acorde de trompete Tudo permanece No submundo

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