Explore Fernando Pessoa, Florestas e muito mais!

Explorar tópicos relacionados

É em nós que há os lagos todos e as florestas. (Fernando Pessoa, "Não, não é nesse lago entre rochedos")

É em nós que há os lagos todos e as florestas. (Fernando Pessoa, "Não, não é nesse lago entre rochedos")

Le mattine dei nostri anni perduti, /i tavolini nell'ombra soleggiata dell'autunno, / i compagni che andavano e tornavano, i compagni / che non tornarono più, ho pensato ad essi lietamente. / Perché questo giorno di settembre splende / così incantevole nelle vetrine in ore / simili a quelle d'allora, quelle d'allora / scorrono ormai in un pacifico tempo.  (Attilio Bertolucci, 1911-2000)

Le mattine dei nostri anni perduti, /i tavolini nell'ombra soleggiata dell'autunno, / i compagni che andavano e tornavano, i compagni / che non tornarono più, ho pensato ad essi lietamente. / Perché questo giorno di settembre splende / così incantevole nelle vetrine in ore / simili a quelle d'allora, quelle d'allora / scorrono ormai in un pacifico tempo. (Attilio Bertolucci, 1911-2000)

Entre o sono e o sonho /Entre mim e o que em mim /É o quem eu me suponho, /Corre um rio sem fim.   (Fernando Pessoa)

Entre o sono e o sonho /Entre mim e o que em mim /É o quem eu me suponho, /Corre um rio sem fim. (Fernando Pessoa)

Congratulations! /Today is your day. /You're off to Great Places! /You're off and away!     (Dr Seuss)

Congratulations! /Today is your day. /You're off to Great Places! /You're off and away! (Dr Seuss)

"Vivermos, será que na vida se vive? Não para sempre na terra, só um pouco no tempo. Jade seja, jade quebra. Ouro, desdoura. Pena de quetzal, pena voa. Não para sempre na terra, Só um pouco no tempo." (Poema asteca, traduzido por Paulo Leminski)

"Vivermos, será que na vida se vive? Não para sempre na terra, só um pouco no tempo. Jade seja, jade quebra. Ouro, desdoura. Pena de quetzal, pena voa. Não para sempre na terra, Só um pouco no tempo." (Poema asteca, traduzido por Paulo Leminski)

Minas não é palavra montanhosa. /É palavra abissal. Minas é dentro /e fundo. /Ninguém sabe Minas. A pedra /o buriti /a carranca /o nevoeiro /o raio /selam a verdade primeira, sepultada /em eras geológicas de sonho. /Só mineiros sabem. E não dizem /nem a si mesmos o irrevelável segredo /chamado Minas.  (Carlos Drummond de Andrade, A palavra Minas, in As Impurezas do Branco)

Minas não é palavra montanhosa. /É palavra abissal. Minas é dentro /e fundo. /Ninguém sabe Minas. A pedra /o buriti /a carranca /o nevoeiro /o raio /selam a verdade primeira, sepultada /em eras geológicas de sonho. /Só mineiros sabem. E não dizem /nem a si mesmos o irrevelável segredo /chamado Minas. (Carlos Drummond de Andrade, A palavra Minas, in As Impurezas do Branco)

Preghiera è tremore /Davanti a un viso chiaro /..... Il camminare leggero /Nell'aria marzolina, /E ascoltare la mattina, /Il canto di un uccello.    (Biagio Marin)

Preghiera è tremore /Davanti a un viso chiaro /..... Il camminare leggero /Nell'aria marzolina, /E ascoltare la mattina, /Il canto di un uccello. (Biagio Marin)

en silence je pense au jardin et à la forêt, si paisibles / du monde je devrais prendre définitivement congé / mes années vigoureuses, combien m'en reste-t-il? / à m'accorder à mon souhait pourquoi hésité-je encore?  (Tao Yuan Ming, 365-427, poète chinois)

en silence je pense au jardin et à la forêt, si paisibles / du monde je devrais prendre définitivement congé / mes années vigoureuses, combien m'en reste-t-il? / à m'accorder à mon souhait pourquoi hésité-je encore? (Tao Yuan Ming, 365-427, poète chinois)

"Em outra ocasião, eu mesma lhe disse que havia encontrado um certo prado, um prado sem água, florido como nas visões dos beatos. Ela disse gravemente: - É o Prado da Alegria." (Lalla Romano, La villeggiante)

"Em outra ocasião, eu mesma lhe disse que havia encontrado um certo prado, um prado sem água, florido como nas visões dos beatos. Ela disse gravemente: - É o Prado da Alegria." (Lalla Romano, La villeggiante)

Vontade de cantar. Mas tão absoluta / que me calo, repleto. (Carlos Drummond de Andrade, Canto Esponjoso)

Vontade de cantar. Mas tão absoluta / que me calo, repleto. (Carlos Drummond de Andrade, Canto Esponjoso)

Pinterest
Pesquisar