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•• •• •• •• • Pronto o alimento, chame os amigos, faça uma festa. Sirva com pão de côdea tostada e crocante, miolo alvíssimo. Tome as fatias de pão, coloque um filezinho por sobre, leve-o até a boca, entre dentes e língua, mastigue, a amalgama de saliva e sabor, tudo, conduza ao bucho...Dentro do corpo. Beba vinho vermelho. Ao final da festa finita, quebre os pratos. {Obrigada por toda poesia, Chico!}

•• •• •• •• • Pronto o alimento, chame os amigos, faça uma festa. Sirva com pão de côdea tostada e crocante, miolo alvíssimo. Tome as fatias de pão, coloque um filezinho por sobre, leve-o até a boca, entre dentes e língua, mastigue, a amalgama de saliva e sabor, tudo, conduza ao bucho...Dentro do corpo. Beba vinho vermelho. Ao final da festa finita, quebre os pratos. {Obrigada por toda poesia, Chico!}

•• •• Empane os peixes um a um com a neve salgada do mar. Disponha em camadas dentro de uma caixinha de madeira. Coloque mais sal entre as camadas. Não havendo caixinha de madeira, recipientes de plástico para embalar frutas serão úteis desde que tenham furinhos no fundo. Se não tiver, faça os furinhos com um garfo quente.

•• •• Empane os peixes um a um com a neve salgada do mar. Disponha em camadas dentro de uma caixinha de madeira. Coloque mais sal entre as camadas. Não havendo caixinha de madeira, recipientes de plástico para embalar frutas serão úteis desde que tenham furinhos no fundo. Se não tiver, faça os furinhos com um garfo quente.

embebidas para serem devoradas no dia 4 de julho!

embebidas para serem devoradas no dia 4 de julho!

• Fazer alimentos em conserva é uma ação repleta de generosidade e esperança: para o corpo finito, amanhã poderá ser um outro dia, ou não. Quem faz conservas não as faz apenas para si. Ele as faz para o outro, alguém que virá, algum dia, nalgum tempo....Um tempo que ainda não foi. Quem faz conservas acredita, alimenta o porvir.

• Fazer alimentos em conserva é uma ação repleta de generosidade e esperança: para o corpo finito, amanhã poderá ser um outro dia, ou não. Quem faz conservas não as faz apenas para si. Ele as faz para o outro, alguém que virá, algum dia, nalgum tempo....Um tempo que ainda não foi. Quem faz conservas acredita, alimenta o porvir.

•• Vá ao mar, pesque os peixes no mar. Beije os peixes, eles morreram para virar a sua comida, precisam ser perdoados por isso. Mar não há, jangadeiro não há, balsa não há, nada!? Vá ao Mercado São Pedro, Niterói, Rio, por bagatela e meia compre 5 quilos de sardinhas. Mas o tempo é curto e lá é sempre longe. Dobre a esquina, vá a Rua do Peixe, Praça do peixe, Bairro Lagoinha, BHZ...

•• Vá ao mar, pesque os peixes no mar. Beije os peixes, eles morreram para virar a sua comida, precisam ser perdoados por isso. Mar não há, jangadeiro não há, balsa não há, nada!? Vá ao Mercado São Pedro, Niterói, Rio, por bagatela e meia compre 5 quilos de sardinhas. Mas o tempo é curto e lá é sempre longe. Dobre a esquina, vá a Rua do Peixe, Praça do peixe, Bairro Lagoinha, BHZ...

{36} rabinhos em buquê {2kg de sardinhas é a medida para um pirex cheinho} {se queres uma caixa de madeira cheia pesque 90 sardinhas}

{36} rabinhos em buquê {2kg de sardinhas é a medida para um pirex cheinho} {se queres uma caixa de madeira cheia pesque 90 sardinhas}

•• •• •• •• Vá intercalando filezinhos, dentes de alhos, rodelas de cebolas e o azeite. Deite os coitadinhos a dormir sob um mar de azeite: no uso desse ingrediente haja como se fosse um louco, seja generoso, derrame o liquido verde santo até atingir uns dois dedos acima da última camada. Deixe descansar três dias no mínimo, tempo importante para equilibrar sabor e sal.

•• •• •• •• Vá intercalando filezinhos, dentes de alhos, rodelas de cebolas e o azeite. Deite os coitadinhos a dormir sob um mar de azeite: no uso desse ingrediente haja como se fosse um louco, seja generoso, derrame o liquido verde santo até atingir uns dois dedos acima da última camada. Deixe descansar três dias no mínimo, tempo importante para equilibrar sabor e sal.

•• •• •• • Operação delicada, feita com mãos e dedos atentos, retire pele e esqueleto do peixinho sagrado. Abracadabra, transforme cada qual em dois filezinhos terrenos, mas nem por isso menos apetitosos. Deixe a água correr abundantemente, ela lavará o excesso de sal. Seque os filezinhos com outro pano branco, tal qual o primeiro. Estando secas as bichinhas do mar, coloque-as em uma travessa bonita, junte dentes de alhos, cebolas cortadas em rodelas finíssimas.

•• •• •• • Operação delicada, feita com mãos e dedos atentos, retire pele e esqueleto do peixinho sagrado. Abracadabra, transforme cada qual em dois filezinhos terrenos, mas nem por isso menos apetitosos. Deixe a água correr abundantemente, ela lavará o excesso de sal. Seque os filezinhos com outro pano branco, tal qual o primeiro. Estando secas as bichinhas do mar, coloque-as em uma travessa bonita, junte dentes de alhos, cebolas cortadas em rodelas finíssimas.

•• •• •• Cubra com um pano tão branco quanto o sal, coloque um peso por cima de tudo, deixe no frio, dentro da geladeira, por dez, doze, quinze dias no máximo. Antes de guardar a caixinha no frio, cuide para que tenha um recipiente para recolher os líquidos nocivos que irão escorrer da salga. Ao final dos dias e das marés contadas desfaça o monte com cuidado, recolha os peixes e, com mais cuidado ainda, lave-os em água doce corrente.

•• •• •• Cubra com um pano tão branco quanto o sal, coloque um peso por cima de tudo, deixe no frio, dentro da geladeira, por dez, doze, quinze dias no máximo. Antes de guardar a caixinha no frio, cuide para que tenha um recipiente para recolher os líquidos nocivos que irão escorrer da salga. Ao final dos dias e das marés contadas desfaça o monte com cuidado, recolha os peixes e, com mais cuidado ainda, lave-os em água doce corrente.

•• •• • Coloque os peixes na caixinha, sepulte tudo com o que sobrou do sal. O sal deve sobrar, sempre.

•• •• • Coloque os peixes na caixinha, sepulte tudo com o que sobrou do sal. O sal deve sobrar, sempre.

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