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| 17.04.2016 | Nesta semana, o assassinato de trabalhadores sem-terra, ocorrido na Curva do S, trecho da rodovia PA-275, no sul do Pará, completa 20 anos.  A ação da Polícia Militar (PM) para liberar a estrada, em Eldorado dos Carajás, ocupada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixou 21 mortos e 69 feridos. | Especial "Feridas abertas": 20 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás |

| 17.04.2016 | Nesta semana, o assassinato de trabalhadores sem-terra, ocorrido na Curva do S, trecho da rodovia PA-275, no sul do Pará, completa 20 anos. A ação da Polícia Militar (PM) para liberar a estrada, em Eldorado dos Carajás, ocupada por integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) deixou 21 mortos e 69 feridos. | Especial "Feridas abertas": 20 anos do Massacre de Eldorado dos Carajás |

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.

As informações utilizadas como fonte para a elaboração desse site foram extraídas das páginas dos próprios parlamentares; do site Câmara dos Deputados; de notícias publicadas pela imprensa; do livro Partido da Terra, de Alceu Castilho; da dissertação de mestrado "A questão agrária no Brasil e a bancada ruralista no Congresso Nacional", de Sandra Helena Costa (USP); da dissertação de mestrado "O retorno da terra", de Daniela Alarcon (UnB).

As informações utilizadas como fonte para a elaboração desse site foram extraídas das páginas dos próprios parlamentares; do site Câmara dos Deputados; de notícias publicadas pela imprensa; do livro Partido da Terra, de Alceu Castilho; da dissertação de mestrado "A questão agrária no Brasil e a bancada ruralista no Congresso Nacional", de Sandra Helena Costa (USP); da dissertação de mestrado "O retorno da terra", de Daniela Alarcon (UnB).

Alexandre de Moraes foi nomeado secretário por Kassab em agosto de 2007, menos de um ano após comprar os dois apartamentos. Nessa época, quando esteve à frente das pastas de Transporte e Serviços — cargos que acumulou às presidências da SPTrans e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) —, o ministro adquiriu mais seis imóveis:

Alexandre de Moraes acumulou patrimônio milionário no serviço público

Alexandre de Moraes foi nomeado secretário por Kassab em agosto de 2007, menos de um ano após comprar os dois apartamentos. Nessa época, quando esteve à frente das pastas de Transporte e Serviços — cargos que acumulou às presidências da SPTrans e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) —, o ministro adquiriu mais seis imóveis:

Liberar a rodovia, mesmo que fosse necessário o uso da força. Esta foi a ordem, segundo o Ministério Público, dada pelo secretário de Segurança Pública do Pará na época, Paulo Sette Câmara, ao comando da PM naquele dia 17. Mais de 150 policiais, sendo 85 de Marabá e o restante de Parauapebas, cada tropa de um lado da estrada, encurralando os trabalhadores.  | Foto: Ascom/MDA |

Liberar a rodovia, mesmo que fosse necessário o uso da força. Esta foi a ordem, segundo o Ministério Público, dada pelo secretário de Segurança Pública do Pará na época, Paulo Sette Câmara, ao comando da PM naquele dia 17. Mais de 150 policiais, sendo 85 de Marabá e o restante de Parauapebas, cada tropa de um lado da estrada, encurralando os trabalhadores. | Foto: Ascom/MDA |

A Semana do Extrativismo é um dos principais eventos de articulação dos atores das diferentes cadeias de valor dos produtos do extrativismo, como a castanha, borracha da seringa, coco babaçu e copaíba. Em sua 3ª edição, realizada no pólo Manelito, entre os dias 11 e 15 de maio, trouxe mais de cem participantes, entre ribeirinhos das três Resex da região, Riozinho do Anfrísio, Rio Iriri e Rio Xingu , agricultores familiares de Uruará, e indígenas Arara, Xikrin, Xipaya, Kuruaya e Parakanã.

A Semana do Extrativismo é um dos principais eventos de articulação dos atores das diferentes cadeias de valor dos produtos do extrativismo, como a castanha, borracha da seringa, coco babaçu e copaíba. Em sua 3ª edição, realizada no pólo Manelito, entre os dias 11 e 15 de maio, trouxe mais de cem participantes, entre ribeirinhos das três Resex da região, Riozinho do Anfrísio, Rio Iriri e Rio Xingu , agricultores familiares de Uruará, e indígenas Arara, Xikrin, Xipaya, Kuruaya e Parakanã.

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

Fotografias aéreas mostram incêndio florestal na Terra Indígena (TI) Arariboia, no Maranhão, onde vivem 12 mil Guajajaras e cerca de 80 indivíduos isolados do povo Awá-Guajá. O incêndio dura dois meses e é o maior já registrado em terras indígenas no Brasil. Cerca de 45% dos 413 mil hectares do território foram destruídos. A falta de uma política eficaz de proteção das terras indígenas permite o roubo de madeira e aumenta o risco de que incêndios como esse possam se repetir em outras…

Mais de 1,5 mil pessoas, organizadas pelo MST, marchavam rumo a Belém para reivindicar a desapropriação da Fazenda Macaxeira, em Eldorado dos Carajás, ocupada desde novembro de 1995. Eles pediam também políticas de assistência para o Assentamento Palmares, na cidade de Parauapebas, sul do Pará, de onde partiu a caminhada. Após sete dias de percurso, as famílias decidiram ocupar a rodovia para negociar alimento e transporte com o governo do estado, na época comandado por Almir Gabriel (PSDB).

Mais de 1,5 mil pessoas, organizadas pelo MST, marchavam rumo a Belém para reivindicar a desapropriação da Fazenda Macaxeira, em Eldorado dos Carajás, ocupada desde novembro de 1995. Eles pediam também políticas de assistência para o Assentamento Palmares, na cidade de Parauapebas, sul do Pará, de onde partiu a caminhada. Após sete dias de percurso, as famílias decidiram ocupar a rodovia para negociar alimento e transporte com o governo do estado, na época comandado por Almir Gabriel (PSDB).

"Uma reunião realizada na manhã dessa quarta-feira, dia 24 de junho, em Amambai com a presença da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), sindicatos rurais e autoridades locais e regionais, com o objetivo de debater o tema, demonstrou a tensão que a classe produtora da região atravessa por conta das invasões de terras por parte de indígenas no Cone Sul do Estado."

"Uma reunião realizada na manhã dessa quarta-feira, dia 24 de junho, em Amambai com a presença da Famasul (Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul), sindicatos rurais e autoridades locais e regionais, com o objetivo de debater o tema, demonstrou a tensão que a classe produtora da região atravessa por conta das invasões de terras por parte de indígenas no Cone Sul do Estado."

19.nov.2015 | A 1a Vara Cível da Comarce de Cascavel (PR) condenou no último dia 27 de outubro a empresa suíça Syngenta Seeds pelo assassinato do trabalhador rural Valmir Mota de Oliveira, e pela tentativa de assassinato de Isabel do Nascimento de Souza. Os dois eram integrantes da Via Campesina e foram vítimas do ataque de milícia armada a mando da transnacional, em 2007.

19.nov.2015 | A 1a Vara Cível da Comarce de Cascavel (PR) condenou no último dia 27 de outubro a empresa suíça Syngenta Seeds pelo assassinato do trabalhador rural Valmir Mota de Oliveira, e pela tentativa de assassinato de Isabel do Nascimento de Souza. Os dois eram integrantes da Via Campesina e foram vítimas do ataque de milícia armada a mando da transnacional, em 2007.

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