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Caso seja autorizada pelo Ibama a tocar seu projeto, a Manabi  vai usar um  milhão de litros de água por hora no mineroduto. Lançará esta água contaminada com minério diretamente no mar. A ONG Voz da Natureza faz campanha contra o porto, mostrando algumas das espécies ameaçadas pelo empreendimento. Entre elas, a Toninha (Pontoporia blainvillei), em perigo de extinção, o camarão,  a  tartaruga-de-couro, o  boto cinza, a baleia jubarte, a raia-manta e o caranguejo-eremita.

Caso seja autorizada pelo Ibama a tocar seu projeto, a Manabi vai usar um milhão de litros de água por hora no mineroduto. Lançará esta água contaminada com minério diretamente no mar. A ONG Voz da Natureza faz campanha contra o porto, mostrando algumas das espécies ameaçadas pelo empreendimento. Entre elas, a Toninha (Pontoporia blainvillei), em perigo de extinção, o camarão, a tartaruga-de-couro, o boto cinza, a baleia jubarte, a raia-manta e o caranguejo-eremita.

12.02.2016 | A região marinha atualmente ameaçada pelo superporto e pelo mineroduto é de extrema importância para a conservação da biodiversidade. Fica ao lado da Unidade Municipal de Conservação de Degredo, que abriga centenas de espécies de orquídeas e bromélias selvagens, e é área de desova de tartarugas marinhas. O porto da Manabi destrói de forma irreversível a única área de desova regular das tartarugas-gigantes ou tartarugas-de-couro, em todo o litoral brasileiro.

12.02.2016 | A região marinha atualmente ameaçada pelo superporto e pelo mineroduto é de extrema importância para a conservação da biodiversidade. Fica ao lado da Unidade Municipal de Conservação de Degredo, que abriga centenas de espécies de orquídeas e bromélias selvagens, e é área de desova de tartarugas marinhas. O porto da Manabi destrói de forma irreversível a única área de desova regular das tartarugas-gigantes ou tartarugas-de-couro, em todo o litoral brasileiro.

Nurit Bensusan | São mais de três mil espécies de peixes, a maior biodiversidade aquática do planeta. Toda ela ameaçada pela inconsequência de uma lei estadual, a 79 de 2016, sancionada no começo desta semana, por uma canetada do governador do Amazonas, José Melo (Pros). A preservação dessa diversidade de peixes e de mamíferos aquáticos – como botos, peixes-boi e golfinhos – deve-se ao fato da bacia amazônica manter-se livre de populações de peixes exóticos.

Nurit Bensusan | São mais de três mil espécies de peixes, a maior biodiversidade aquática do planeta. Toda ela ameaçada pela inconsequência de uma lei estadual, a 79 de 2016, sancionada no começo desta semana, por uma canetada do governador do Amazonas, José Melo (Pros). A preservação dessa diversidade de peixes e de mamíferos aquáticos – como botos, peixes-boi e golfinhos – deve-se ao fato da bacia amazônica manter-se livre de populações de peixes exóticos.

A sociedade civil organizada da região de Altamira, apoiada por ambientalistas de todo o Brasil e lá de fora, não a queria. Lutou o quanto pôde contra sua construção. Foi acusada de tentar deter o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil. Temia pelo Xingu, pelos índios, pelos ribeirinhos, por seus pescadores, pelas remoções que poderia implicar.

A sociedade civil organizada da região de Altamira, apoiada por ambientalistas de todo o Brasil e lá de fora, não a queria. Lutou o quanto pôde contra sua construção. Foi acusada de tentar deter o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil. Temia pelo Xingu, pelos índios, pelos ribeirinhos, por seus pescadores, pelas remoções que poderia implicar.

Foto: Protesto de indígenas contra exploração de petróleo na Colômbia | Nos últimos anos, a Colômbia tem feito um grande número de consultas sobre planos de desenvolvimento nacionais, leis e projetos extrativistas, hidrelétricos e de construção de estradas. Em 2011, por exemplo, o Ministério do Interior teve mais de 600 consultas protocoladas; em 2012, já foram cerca de 1,4 mil, e, nos anos seguintes, o volume permaneceu elevado.

Foto: Protesto de indígenas contra exploração de petróleo na Colômbia | Nos últimos anos, a Colômbia tem feito um grande número de consultas sobre planos de desenvolvimento nacionais, leis e projetos extrativistas, hidrelétricos e de construção de estradas. Em 2011, por exemplo, o Ministério do Interior teve mais de 600 consultas protocoladas; em 2012, já foram cerca de 1,4 mil, e, nos anos seguintes, o volume permaneceu elevado.

O movimento de resgatar a identidade quilombola não é restrito ao local, mas representa uma dinâmica de diversas comunidades no país, intensificado desde 2003, quando foi regulamentado o processo de demarcação das terras quilombolas pelo governo federal. Em sua maioria, as comunidades foram formadas por escravos que fugiram de fazendas de cacau e se estabeleceram nas margens do rio Amazonas. Hoje, os quilombolas que moram naqueles mesmos lugares vivem principalmente da subsistência.

O movimento de resgatar a identidade quilombola não é restrito ao local, mas representa uma dinâmica de diversas comunidades no país, intensificado desde 2003, quando foi regulamentado o processo de demarcação das terras quilombolas pelo governo federal. Em sua maioria, as comunidades foram formadas por escravos que fugiram de fazendas de cacau e se estabeleceram nas margens do rio Amazonas. Hoje, os quilombolas que moram naqueles mesmos lugares vivem principalmente da subsistência.

Dado o contexto de invasão de terras e desmatamento, os moradores do Rio Iriri e demais rios da região, em conjunto com os movimentos sociais atuantes, começaram a se organizar encontrando como oportunidade de reconhecimento de seus direitos a proposta de uma Reserva Extrativista, que se oficializou no ano de 2006 (MMA, 2010). Hoje, possui Conselho Deliberativo e Plano de Manejo que auxiliam na gestão da UC.

Dado o contexto de invasão de terras e desmatamento, os moradores do Rio Iriri e demais rios da região, em conjunto com os movimentos sociais atuantes, começaram a se organizar encontrando como oportunidade de reconhecimento de seus direitos a proposta de uma Reserva Extrativista, que se oficializou no ano de 2006 (MMA, 2010). Hoje, possui Conselho Deliberativo e Plano de Manejo que auxiliam na gestão da UC.

| 25.08.2014 | Pelo acordo, que se parece com o que a Rumo Logística assinou com a ALL, a Manabi vai “doar” as melhorias na ferrovia em troca de um desconto nos serviços de transporte de minério de ferro. O acordo deve aumentar significativamente as chances da Manabi de encontrar investidores em meio a um mercado cético em relação a commodities, num momento em que o minério de ferro negocia abaixo de 100 dólares/tonelada, o nível mais baixo dos últimos anos.

| 25.08.2014 | Pelo acordo, que se parece com o que a Rumo Logística assinou com a ALL, a Manabi vai “doar” as melhorias na ferrovia em troca de um desconto nos serviços de transporte de minério de ferro. O acordo deve aumentar significativamente as chances da Manabi de encontrar investidores em meio a um mercado cético em relação a commodities, num momento em que o minério de ferro negocia abaixo de 100 dólares/tonelada, o nível mais baixo dos últimos anos.

| 05.08.2016 | O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) negou, nesta quinta-feira (4/8), a licença para a construção da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós, em Itaituba (PA), ponto de partida para a implantação de um complexo que poderia ter até nove usinas ao longo do rio. Este sistema implicaria a perda irreparável de biodiversidade endêmica (exclusiva da região) e afetaria milhares de ribeirinhos, além de alagar a TI Sawré Muybu, do povo Munduruku.

| 05.08.2016 | O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) negou, nesta quinta-feira (4/8), a licença para a construção da usina hidrelétrica de São Luiz do Tapajós, no Rio Tapajós, em Itaituba (PA), ponto de partida para a implantação de um complexo que poderia ter até nove usinas ao longo do rio. Este sistema implicaria a perda irreparável de biodiversidade endêmica (exclusiva da região) e afetaria milhares de ribeirinhos, além de alagar a TI Sawré Muybu, do povo Munduruku.

Seminário sobre condições de trabalho na construção civil - Repórter Brasil | 31.03.2016, São Paulo | O evento teve apoio da DGB Bildungswerk, central sindical alemã, e contou com a participação de pesquisadores, representantes de órgãos governamentais e membros de entidades da sociedade civil que trabalham com o tema. Foram discutidos tópicos ligados à atuação dos sindicatos, ao papel das redes de prevenção, à fiscalização do trabalho e à integração do trabalhador migrante.

Seminário sobre condições de trabalho na construção civil - Repórter Brasil | 31.03.2016, São Paulo | O evento teve apoio da DGB Bildungswerk, central sindical alemã, e contou com a participação de pesquisadores, representantes de órgãos governamentais e membros de entidades da sociedade civil que trabalham com o tema. Foram discutidos tópicos ligados à atuação dos sindicatos, ao papel das redes de prevenção, à fiscalização do trabalho e à integração do trabalhador migrante.

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