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Os Baniwa fazem parte de um complexo cultural de 22 povos indígenas diferentes, de língua aruak, que vivem na fronteira do Brasil com a Colômbia e Venezuela, em aldeias localizadas às margens do Rio Içana e seus afluentes Cuiari, Aiairi e Cubate, além de comunidades no alto Rio Negro/Guainía e nos centros urbanos rionegrinos de S. Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel e Barcelos (AM).

Wuayuu woman! mujer de la etnia wuayuu habitan al oeste del pais ( venezuela )

Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do período de reclusão. Os Baniwa usam os waláya makapóko = balaios grandes, para recolher a massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e para servir beiju e farinha nas refeições. Serve de suporte para presentear com frutas e outros alimentos.

Um golfinho fluvial, o boto côr-de-rosa, Inia geoffrensis, nada nas águas manchadas de tanino do rio Ariaú, no estado do Amazonas, Brasil.

Bacia do Rio Negro | Resultado de um trabalho realizado pela Rede Rio Negro durante o ano de 2014, o Mapa Bacia do Rio Negro: uma visão socioambiental já está disponível em português e espanhol em formato impresso e digital para download gratuito.

http://oeldoradoeaqui.blogspot.com.br/2011/01/parque-do-urubui-presidente-figueiredo.html

O Programa Rio Negro Socioambiental promove e articula processos e múltiplas parcerias para construir uma plataforma de responsabilidade socioambiental transfronteiriça e compartilhada pelo desenvolvimento sustentável da Bacia do Rio Negro, no Noroeste Amazônico. Esta região tem uma extensão de mais de 80 milhões de hectares. As bacias do Rio Negro e Rio Branco (71 milhões de ha) são compartilhadas por quatro países (Brasil, Colômbia, Guiana e Venezuela).

Indigena' Basket / Cesto Kuño – etnia Mehinako – Xingu Artesanato brasileiro

A ida pra participar da 1a etapa local da CNacionalPI na comunidade Juruti – Alto Rio Negro, aproximadamente 2 horas e meia viajando, subindo o Rio Negro, muito perto da linha de fronteira do Brasil com a Venezuela e Colômbia, me possibilitou mais uma vez, conhecer ainda mais e melhor os povos Baré e Werekena que predominam a região, além de também compartilharem esse território com outras pessoas das demais etnias no Rio Negro.

Presidente Figueiredo-AM

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