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Os Baniwa fazem parte de um complexo cultural de 22 povos indígenas diferentes, de língua aruak, que vivem na fronteira do Brasil com a Colômbia e Venezuela, em aldeias localizadas às margens do Rio Içana e seus afluentes Cuiari, Aiairi e Cubate, além de comunidades no alto Rio Negro/Guainía e nos centros urbanos rionegrinos de S. Gabriel da Cachoeira, Santa Isabel e Barcelos (AM).

O Programa Rio Negro Socioambiental promove e articula processos e múltiplas parcerias para construir uma plataforma de responsabilidade socioambiental transfronteiriça e compartilhada pelo desenvolvimento sustentável da Bacia do Rio Negro, no Noroeste Amazônico. Esta região tem uma extensão de mais de 80 milhões de hectares. As bacias do Rio Negro e Rio Branco (71 milhões de ha) são compartilhadas por quatro países (Brasil, Colômbia, Guiana e Venezuela).

Os waláya aparecem na mitologia e nos rituais de iniciação das meninas e meninos baniwa. Tradicionalmente, os meninos aprendem a fazer cestas deste tipo e ofertá-las às suas amigas rituais, ao término do período de reclusão. Os Baniwa usam os waláya makapóko = balaios grandes, para recolher a massa de mandioca (antes e depois de espremer no tipiti) e para servir beiju e farinha nas refeições. Serve de suporte para presentear com frutas e outros alimentos.

Bacia do Rio Negro | Resultado de um trabalho realizado pela Rede Rio Negro durante o ano de 2014, o Mapa Bacia do Rio Negro: uma visão socioambiental já está disponível em português e espanhol em formato impresso e digital para download gratuito.

Nhoa

A ida pra participar da 1a etapa local da CNacionalPI na comunidade Juruti – Alto Rio Negro, aproximadamente 2 horas e meia viajando, subindo o Rio Negro, muito perto da linha de fronteira do Brasil com a Venezuela e Colômbia, me possibilitou mais uma vez, conhecer ainda mais e melhor os povos Baré e Werekena que predominam a região, além de também compartilharem esse território com outras pessoas das demais etnias no Rio Negro.

Rio de Janeiro Brazil

Dado o contexto de invasão de terras e desmatamento, os moradores do Rio Iriri e demais rios da região, em conjunto com os movimentos sociais atuantes, começaram a se organizar encontrando como oportunidade de reconhecimento de seus direitos a proposta de uma Reserva Extrativista, que se oficializou no ano de 2006 (MMA, 2010). Hoje, possui Conselho Deliberativo e Plano de Manejo que auxiliam na gestão da UC.

No início do mês de março, a Reserva Extrativista (Resex) do Rio Gregório, no Amazonas, teve seus limites alterados: a área foi ampliada em mais de 118 mil hectares e conta agora com um total de 427 mil hectares. A Resex foi criada pelo governo do estado em 2007, nos municípios de Ipixuna e Eirunepé, no oeste do Amazonas, divisa com o Acre, na bacia hidrográfica do Rio Juruá.

A partir de 1998, após a demarcação das TIs na região do Rio Negro, a FOIRN e associações filiadas, em parceria com o ISA, começaram a implantar um conjunto de projetos-piloto para viabilizar algumas iniciativas prioritárias das comunidades indígenas, na direção de um Programa Regional de Desenvolvimento Indígena Sustentável . Entre estas, incentivar a produção sustentável por encomenda de cestaria de arumã para comercialização com a gestão direta dos recursos pelas associações baniwa.

Morre dom Paulo Evaristo Arns, ícone progressista da igreja no Brasil

O golpe de 1964 colheu o frade franciscano dando assistência religiosa aos moradores dos morros de Petrópolis (RJ). Lá chegara depois de uma trajetória iniciada no dia 14 de setembro de 1921, quando nasceu na colônia de Forquilhinha, região de Criciúma, em Santa Catarina. Teve 13 irmãos, quatro dos quais (três freiras e um padre) se dedicaram também à carreira religiosa —sendo Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança que morreu no terremoto do Haiti em 2010, a mais conhecida.