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| Servidores buscam reparação pelo envenenamento por pesticidas usados contra vetores da malária, febre amarela e dengue | O Estado Brasileiro foi denunciado à Organização dos Estados Americanos (OEA) pelo abandono dos trabalhadores federais da extinta Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam), gravemente intoxicados por DDT ao combater endemias como febre amarela, malária e dengue, ao longo do século 20.

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A sociedade civil organizada da região de Altamira, apoiada por ambientalistas de todo o Brasil e lá de fora, não a queria. Lutou o quanto pôde contra sua construção. Foi acusada de tentar deter o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil. Temia pelo Xingu, pelos índios, pelos ribeirinhos, por seus pescadores, pelas remoções que poderia implicar.

A sociedade civil organizada da região de Altamira, apoiada por ambientalistas de todo o Brasil e lá de fora, não a queria. Lutou o quanto pôde contra sua construção. Foi acusada de tentar deter o desenvolvimento da Amazônia e do Brasil. Temia pelo Xingu, pelos índios, pelos ribeirinhos, por seus pescadores, pelas remoções que poderia implicar.

O movimento de resgatar a identidade quilombola não é restrito ao local, mas representa uma dinâmica de diversas comunidades no país, intensificado desde 2003, quando foi regulamentado o processo de demarcação das terras quilombolas pelo governo federal. Em sua maioria, as comunidades foram formadas por escravos que fugiram de fazendas de cacau e se estabeleceram nas margens do rio Amazonas. Hoje, os quilombolas que moram naqueles mesmos lugares vivem principalmente da subsistência.

O movimento de resgatar a identidade quilombola não é restrito ao local, mas representa uma dinâmica de diversas comunidades no país, intensificado desde 2003, quando foi regulamentado o processo de demarcação das terras quilombolas pelo governo federal. Em sua maioria, as comunidades foram formadas por escravos que fugiram de fazendas de cacau e se estabeleceram nas margens do rio Amazonas. Hoje, os quilombolas que moram naqueles mesmos lugares vivem principalmente da subsistência.

A Semana do Extrativismo é um dos principais eventos de articulação dos atores das diferentes cadeias de valor dos produtos do extrativismo, como a castanha, borracha da seringa, coco babaçu e copaíba. Em sua 3ª edição, realizada no pólo Manelito, entre os dias 11 e 15 de maio, trouxe mais de cem participantes, entre ribeirinhos das três Resex da região, Riozinho do Anfrísio, Rio Iriri e Rio Xingu , agricultores familiares de Uruará, e indígenas Arara, Xikrin, Xipaya, Kuruaya e Parakanã.

A Semana do Extrativismo é um dos principais eventos de articulação dos atores das diferentes cadeias de valor dos produtos do extrativismo, como a castanha, borracha da seringa, coco babaçu e copaíba. Em sua 3ª edição, realizada no pólo Manelito, entre os dias 11 e 15 de maio, trouxe mais de cem participantes, entre ribeirinhos das três Resex da região, Riozinho do Anfrísio, Rio Iriri e Rio Xingu , agricultores familiares de Uruará, e indígenas Arara, Xikrin, Xipaya, Kuruaya e Parakanã.

| Policiais intimidam jornalistas em fazenda de Padilha | Na segunda-feira (20/03), os jornalistas Bruno Abbud e Ednilson Aguiar, do jornal O Livre, faziam uma reportagem sobre as fazendas irregulares do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), dentro do Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, quando foram abordados por dois fiscais da Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e dois policiais civis carregando metralhadoras.

| Policiais intimidam jornalistas em fazenda de Padilha | Na segunda-feira (20/03), os jornalistas Bruno Abbud e Ednilson Aguiar, do jornal O Livre, faziam uma reportagem sobre as fazendas irregulares do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), dentro do Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, quando foram abordados por dois fiscais da Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e dois policiais civis carregando metralhadoras.

A história se repetiu: a estação da Luz voltou a ser consumida por um incêndio, quase 70 anos depois daquele que a destruiu inteiramente em 1946.  Além de um dos museus mais visitados da intensa agenda cultural paulistana, as chamas queimam um prédio inteiramente construído com material importado da Inglaterra (menos os tijolos) entre 1888 e 1901, que logo se tornou uma referência fundamental do tecido urbano e da paisagem de São Paulo.

A história se repetiu: a estação da Luz voltou a ser consumida por um incêndio, quase 70 anos depois daquele que a destruiu inteiramente em 1946. Além de um dos museus mais visitados da intensa agenda cultural paulistana, as chamas queimam um prédio inteiramente construído com material importado da Inglaterra (menos os tijolos) entre 1888 e 1901, que logo se tornou uma referência fundamental do tecido urbano e da paisagem de São Paulo.

As procuradoras questionam se a empresa ignorou os quilombolas por “mera incompetência” ou vontade de deixá-los invisíveis. Na ação, consta que “informações apresentadas pela Embraps demonstram o completo desconhecimento da temática […] e discurso carregado de uma visão colonialista e ultrapassada.” Um juiz federal aceitou o pedido em 12 de abril de 2016, e o processo da obra está parado desde então.

As procuradoras questionam se a empresa ignorou os quilombolas por “mera incompetência” ou vontade de deixá-los invisíveis. Na ação, consta que “informações apresentadas pela Embraps demonstram o completo desconhecimento da temática […] e discurso carregado de uma visão colonialista e ultrapassada.” Um juiz federal aceitou o pedido em 12 de abril de 2016, e o processo da obra está parado desde então.

Uma data é marcante na cidade: 22 de junho de 2010. Naquele dia, do alto de um palanque montado no Estádio Municipal José Marino Bandeira de Matos, o Bandeirão, cujos dois únicos acessos estavam protegidos por tropas da Força Nacional, para conter manifestantes contrários ao projeto, o então presidente anunciou o que estava por vir.

Uma data é marcante na cidade: 22 de junho de 2010. Naquele dia, do alto de um palanque montado no Estádio Municipal José Marino Bandeira de Matos, o Bandeirão, cujos dois únicos acessos estavam protegidos por tropas da Força Nacional, para conter manifestantes contrários ao projeto, o então presidente anunciou o que estava por vir.

O modo de vida dessas comunidades está em risco por um desejo alheio às necessidades delas: a busca por um caminho mais curto para a soja brasileira sair do país. Seria possível diminuir em cerca de 800 quilômetros o trajeto feito por terra pelos grãos que saem do MT e, atualmente, necessitam passar pelo Porto de Santos.  Encurtaria em 7 dias o tempo que os barcos levam para chegar à Europa.

O modo de vida dessas comunidades está em risco por um desejo alheio às necessidades delas: a busca por um caminho mais curto para a soja brasileira sair do país. Seria possível diminuir em cerca de 800 quilômetros o trajeto feito por terra pelos grãos que saem do MT e, atualmente, necessitam passar pelo Porto de Santos. Encurtaria em 7 dias o tempo que os barcos levam para chegar à Europa.

A operação faz parte do bloqueio de R$ 108 milhões em bens, determinadas pela Justiça de Mato Grosso por degradação ambiental envolvendo 51 propriedades rurais no Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, no município de Vila Bela da Santíssima Trindade e que foi criado há 19 anos. As duas decisões judiciais são do juiz Leonardo de Araújo Costa Tumiati proferidas no último dia 30 de novembro.

A operação faz parte do bloqueio de R$ 108 milhões em bens, determinadas pela Justiça de Mato Grosso por degradação ambiental envolvendo 51 propriedades rurais no Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, no município de Vila Bela da Santíssima Trindade e que foi criado há 19 anos. As duas decisões judiciais são do juiz Leonardo de Araújo Costa Tumiati proferidas no último dia 30 de novembro.

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