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Notícias: Filadélfia: Carro de som pertencente ao radialista...

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Andreas Vesalius (1514–1564). De Humani Corporis Fabrica, 1543. Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2013/10/de-humani-corporis-fabrica.html

Andreas Vesalius (1514–1564). De Humani Corporis Fabrica, 1543. Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2013/10/de-humani-corporis-fabrica.html

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Me has destrozado. Y lo que más me duele no es eso, es que detrás de mí van a caer otros tres corazones enormes.

Remendado

Me has destrozado. Y lo que más me duele no es eso, es que detrás de mí van a caer otros tres corazones enormes.

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Monobrow é um artista de rua que não utiliza spray ou tinta para fazer suas obras. Nascido na Rússia, ele cria retratos de soldados que lutaram por seu país em painéis de madeira cobertos com gasolina ou gases. Depois de tudo pronto, ele arremessa um coquetel molotov, líquido altamente inflamável.

Lindo se fosse somente uma pintura em tela, no entanto, as obras de Alexa Meade são, na verdade, belíssimas fotografias. Alexa pinta com tinta corpo e roupas e acrescenta a sua composição um componente bem inusitado que dá um efeito surpreendente: a fotógrafa mergulha suas modelos em um banho de leite.

Lindo se fosse somente uma pintura em tela, no entanto, as obras de Alexa Meade são, na verdade, belíssimas fotografias. Alexa pinta com tinta corpo e roupas e acrescenta a sua composição um componente bem inusitado que dá um efeito surpreendente: a fotógrafa mergulha suas modelos em um banho de leite.

Na semana que marca o dia internacional em memória às vítimas do Holocausto, jovens artistas ilustram poemas escritos por crianças do campo de concentração de Theresienstadt, na República Tcheca. Acima, a obra de Irina Gliudza mostra o arame farpado se transformando em rosas e a frase 'flores podem crescer mesmo atrás de arame farpado'. Todas as imagens, cortesia de Fabrica

Na semana que marca o dia internacional em memória às vítimas do Holocausto, jovens artistas ilustram poemas escritos por crianças do campo de concentração de Theresienstadt, na República Tcheca. Acima, a obra de Irina Gliudza mostra o arame farpado se transformando em rosas e a frase 'flores podem crescer mesmo atrás de arame farpado'. Todas as imagens, cortesia de Fabrica

Money is Violence | Rio de Janeiro, Brazil

Money is Violence | Rio de Janeiro, Brazil

Em plena ditadura militar Cildo Meireles aplicava decalques em silk-screen em garrafas retornáveis de Coca Cola.    Elas voltavam à circulação uma mensagem que questionava o regime ou mesmo com instruções para fazer um coquetel molotov.    Nas garrafas vazias as mensagens ficavam praticamente invisíveis. Quando as garrafas voltavam à circulação, traziam as mensagens bem visíveis para os consumidores do produto.

A Coca-Cola incendiária de Cildo Meireles

Em plena ditadura militar Cildo Meireles aplicava decalques em silk-screen em garrafas retornáveis de Coca Cola. Elas voltavam à circulação uma mensagem que questionava o regime ou mesmo com instruções para fazer um coquetel molotov. Nas garrafas vazias as mensagens ficavam praticamente invisíveis. Quando as garrafas voltavam à circulação, traziam as mensagens bem visíveis para os consumidores do produto.

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