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As vezes..Espera na porta do quarto Outras deita ..Chora comigo Ombro amigo. Limpa feridas..Sem perguntar Beija ..Me ama. Só nessa cama Fico a pensar! Quantas madrugada Ficamos mãos dadas Relembrando histórias Que hoje guardadas Estou a recordar. Velha companheira Tu és a primeira Sem abandonar És meu próprio “Eu” Que carrego comigo Por onde andar. Marilene Azevedo

Pode ser ..Agora Ou hoje.. Daqui a pouco! Me deixa louca! Me faz esquecer Sem doer! Faz sonhar Pensar ! Onde foi que deixei De amar? Quero você..Sem receio! Sem entremeios. Sem segredos secretos Sem anseios! Ou me deixas Seguir em frente Me perder Perder..Somente! Marilene Azevedo.

Estranha força interior Que brota ..Trazendo amor! Das entranhas do meu ser! De onde vem? Isso não sei! Transborda constantemente Da raiz a semente..E os frutos Ja vão além! É uma força divina! Que a plebéia carrega E no seu ventre agrega Para semear pelos sulcos. E os vultos..As criaturas Responsáveis! Semeaduras! Todos! Sorriem também! Bendito sejas ! Semeador! Por abrigar tanto amor E colher frutos que plantou E dar-se como casulo A sementes que abrigou! Marilene Azevedo

Murmura No interior A festa da vida Escondida Olha impassível Como se nada importasse Contraste Do interior Sem exteriorizar Sem demonstrar. Deixa passar Vou mergulhar Quero beber Dessa vida Que agita! Brinca! Sem nunca mostrar! Ah!!!!!! Dança! Balança! Faz esse ritmo Rodopiar. Ama! Deseja! Beija! Sem medo De se amar!. Interior ..Pura vida Exterior ..Que vacila Que permeia Com medo de se doar! Marilene Azevedo

OUSAS! Ousas insinuarte Com nuances Toques..Mornos Alisas de leve a pele Como a tatear sem sentido Buscando sentir o tecido Da pele roçar o vestido Mansamente se insinua Sabe que a pele nua Vai salientar arrepios Como a gritar o frio Que no interior havia. Ah! Como sabes o que produz Galafrios..Fogo e Luz Na aceleração avançada Sente as garras afiada Ferozmente a lhe gravar! E o furor do olhar A invadir o seu ser Não deixa! Não quer saber!

EXPLICITA! Explicitamente Se chega Sem reservas Sem cuidado Envolvida Nos seus braços Não pergunta Se adona Manda faz E não pergunta Se sacia Vai embora Sabe o certo Onde mora O lugar Apenas seu. O contraste No espelho Ta explicito Esse é meu "Eu" Marilene Azevedo.

DOCE! Ah! Como é doce O sabor Do beijo roubado Desatinado Que foi renegado Cedeu provocado! É doce euforia Que faz gritaria Agita o peito Em noites vazias Preenchidas Da doce agonia! É doce! É doce! O sentir! Da força cedendo Os lábios querendo Aos poucos morrendo Numa entrega total! Ah! Lhe roubaria! O seu salivar! O seu respirar! Apenas para ter O seu entregar! Marilene Azevedo

PERENIDADE! Perenidade Perpetuidade Ininterrupção! Ah! Divino Coração Que fazer dessa união A não ser em oração? Sem profanar Sem macular! Preservar Para todo sempre! Sublime! Supremo! Celestial! Sem igual! Eu profana Pecadora De joelhos Me coloco Até a aurora! Marilene Azevedo

Folha! Bolha! Flutuando Navegando Pelos ares Mares! Solta! Voa Atoa Sem saber Onde ficar! Repousa Bolha! Nesse verde No alpendre Em qualquer Que seja o lugar! Folha..Bolha! Só as duas a brincar! Marilene Azevedo!

Negra! Como minha cor Como a dor. Calor! Da pele escura Pura! Sem frescura Nua! Sangue púrpuro Forte! Sem medos Morte! Negra..Corre na veia Sangue quente Não mente! Sente! Guerreira..Mulher Luta para ter Ser! Busca o que é seu Seu nome? Negra..Eu! Marilene Azevedo Pintura Di Cavalcanr.