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Princesa Isabel na saída de sua aclamação como regente no passo imperial em 1888

Familia imperial em 1888 na Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro

Machado de Assis em 1890, no Rio de Janeiro, fotografado por Marc Ferrez

Mirante do Morro do Pão de Açúcar em 1922

Princesa Isabel, Rio de Janeiro, 1870 (foto: Joaquim Insley Pacheco)

O antigo Largo do Paço e atual Praça 15 de Novembro, quando ainda não havia sido executado o plano de remodelação de 1877, que criou um jardim. Da esquerda para a direita, parte do antigo Convento do Carmo (atual Faculdade Cândido Mendes) e o passadiço coberto que fazia a ligação coma Catedral, vista a seguir; a Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo; o Hotel de France, então um dos melhores da cidade e rival do Pharoux. Na frente, o ponto de tílburis. Foto de Marc Ferrez, c. 1870.

Foto de Marc Ferrez - Vista do Pão de Açúcar tomada do morro da Urca - chapa fotográfica colorida desenvolvida e fabricada pelos irmãos Lumiére - Rio de janeiro - ano de 1914

O primeiro automóvel de passageiros que apareceu no Rio de Janeiro foi de José do Patrocínio, por volta de 1895. Movido a vapor, com fornalha, caldeira e chaminé, foi importado da França. Certo dia, o poeta Olavo Bilac, que aprendia com Patrocínio a difícil "arte de dirigir", levou o automóvel contra o tronco de uma árvore, na Estrada Velha da Tijuca, inutilizando-o. Patrocínio ficou desolado; Bilac, ao contrário, gabava-se de ser o precursor dos desastres de automóvel no Brasil.

Única linha urbana remanescente de bondes do Brasil. A Cia Ferro Carril Carioca introduziu o bonde em 1870 e eletrificou em 1896 feito notável o aproveitamento do antigo aqueoduto colonial como via de acesso ao bairro.