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Quais são os sete líderes do Inferno, segundo a demonologia? Segundo teorias demonologistas, estes são os líderes do Inferno (e causadores dos sete pecados capitais)

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Kali, ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa "negra" - é a "esposa" do Deus Shiva, em algumas culturas, pois segundo os Vedas, pois Shiva é transformado em Kali, que seria um de seus lados, para trazer o fim, segundo o tantrismo é a divina "Mãe" ou Pai do universo, destruidora (o) de toda a maldade.

Kali, ela é a verdadeira representação da natureza e é também considerada por muitas pessoas a essência de tudo o que é realidade e a fonte da existência do ser. Deusa da morte e da sexualidade, Kali - cujo nome, em sânscrito, significa "negra" - é a "esposa" do Deus Shiva, em algumas culturas, pois segundo os Vedas, pois Shiva é transformado em Kali, que seria um de seus lados, para trazer o fim, segundo o tantrismo é a divina "Mãe" ou Pai do universo, destruidora (o) de toda a maldade.

Na mitologia grega, as Moiras (em grego antigo Μοῖραι) eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios.

Na mitologia grega, as Moiras (em grego antigo Μοῖραι) eram as três irmãs que determinavam o destino, tanto dos deuses, quanto dos seres humanos. Eram três mulheres lúgubres, responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Durante o trabalho, as moiras fazem uso da Roda da Fortuna, que é o tear utilizado para se tecer os fios.

Mania é a deusa romana dos Mortos(mãe dos fantasmas). Não deve ser confundida com a deusa grega da Loucura (também chamado Mania), ela é chamada de mãe do Manes, as almas dos mortos, que se tornou seus filhos quando eles desceram para o Submundo. Ela também foi mais tarde disse para ser a mãe do Lares, deuses domésticos. Mania regras sobre o submundo juntamente com Mantus, deus dos mortos. Sua imagem estava de ressaca portas para espantar os maus espíritos.

Mania é a deusa romana dos Mortos(mãe dos fantasmas). Não deve ser confundida com a deusa grega da Loucura (também chamado Mania), ela é chamada de mãe do Manes, as almas dos mortos, que se tornou seus filhos quando eles desceram para o Submundo. Ela também foi mais tarde disse para ser a mãe do Lares, deuses domésticos. Mania regras sobre o submundo juntamente com Mantus, deus dos mortos. Sua imagem estava de ressaca portas para espantar os maus espíritos.

Na mitologia grega, Cérbero ou Cerberus (em grego, Κέρβερος – Kerberos = "demónio do poço") era um monstruoso cão de múltiplas cabeças e pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.

Na mitologia grega, Cérbero ou Cerberus (em grego, Κέρβερος – Kerberos = "demónio do poço") era um monstruoso cão de múltiplas cabeças e pescoço que guardava a entrada do Hades, o reino subterrâneo dos mortos, deixando as almas entrarem, mas jamais saírem e despedaçando os mortais que por lá se aventurassem.

Lenda da vitória-régia | Lenda brasileira de origem indígena tupi-guarani. Há muitos anos antes de Cristo, em uma tribo indígena, contava-se que a lua (Jaci, para os índios) era uma deusa que ao despontar a noite, beijava e enchia de luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia - as cunhantãs-moças. Sempre que ela se escondia atrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformava em estrelas no firmamento.

Lenda da vitória-régia | Lenda brasileira de origem indígena tupi-guarani. Há muitos anos antes de Cristo, em uma tribo indígena, contava-se que a lua (Jaci, para os índios) era uma deusa que ao despontar a noite, beijava e enchia de luz os rostos das mais belas virgens índias da aldeia - as cunhantãs-moças. Sempre que ela se escondia atrás das montanhas, levava para si as moças de sua preferência e as transformava em estrelas no firmamento.

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