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"Às Vezes é um Insecto que Faz Disparar o Alarme". Sinopse: Um livro de poesia de um dos mais destacados autores dos Açores. Às Vezes é um Insecto que Faz Disparar o Alarme aborda temas do quotidiano, ou do modo como transformar as nossas vivências em palavras partilháveis. Uma linguagem simples e depurada, mas segura e rigorosa, que nos cativa para a leitura.

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"Facas". Facas é um livro que assume uma centralidade temática contrastante com a liberdade formal com a qual exprime, em mutações de forma e de tom ao longo dos contos que o compõem, as diversas declinações do objecto que empresta o título ao livro, ora sublimando-as num realismo tão mágico como grotesco, ora tornando-as as máscaras mais visíveis de uma natureza humana caleidoscópica, ora desafiando livro, leitor e lógica(...)

"Facas". Facas é um livro que assume uma centralidade temática contrastante com a liberdade formal com a qual exprime, em mutações de forma e de tom ao longo dos contos que o compõem, as diversas declinações do objecto que empresta o título ao livro, ora sublimando-as num realismo tão mágico como grotesco, ora tornando-as as máscaras mais visíveis de uma natureza humana caleidoscópica, ora desafiando livro, leitor e lógica(...)

"Ainda Há a Chuva a Cair". O tempo é inexorável, por isso tentamos jogar com ele, na medida em que nos faz contar, sentir, amar, recordar e, às vezes, ficar sem tempo e, então, em tempo de tanta seca, ainda há a chuva a cair, na poesia e nas vidraças das janelas da vida.

"Ainda Há a Chuva a Cair". O tempo é inexorável, por isso tentamos jogar com ele, na medida em que nos faz contar, sentir, amar, recordar e, às vezes, ficar sem tempo e, então, em tempo de tanta seca, ainda há a chuva a cair, na poesia e nas vidraças das janelas da vida.

"Maroiço". Um dos símbolos característicos da ilha do Pico - o maroiço - é o leit motiv para esta digressão poética.

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"Os Filhos de Mussa Mbiki". Cinco narrativas desencantadas sobre um Moçambique devastado pela guerra, num registo cru e frontal que se demarca raivosamente dos estereótipos da Mamã África para afirmar a universalidade dos africanos.

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"O Escuro Anterior". “Depois de Rui Knopfli, Sebastião Alba e José Craveirinha, Luís Carlos Patraquim (nascido em 1953, na então Lourenço Marques) é provavelmente o maior poeta moçambicano. Patraquim tem uma arte poética bem calibrada, capaz de escrever poemas curtos muito expressivos e quase expressionistas, verbalmente densos e imprevisíveis, com uma aposta imagística eficaz. (...)

"O Escuro Anterior". “Depois de Rui Knopfli, Sebastião Alba e José Craveirinha, Luís Carlos Patraquim (nascido em 1953, na então Lourenço Marques) é provavelmente o maior poeta moçambicano. Patraquim tem uma arte poética bem calibrada, capaz de escrever poemas curtos muito expressivos e quase expressionistas, verbalmente densos e imprevisíveis, com uma aposta imagística eficaz. (...)

"Ephemeras". Colectânea de textos breves de Inês Lourenço, que participam duma interface em que a prosa poética, a micro narrativa e a asserção mordaz, tonalidades reconhecíveis na obra poética de Inês Lourenço, se conjugam numa síntese outra.

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"No Fio da Vida - Uma Odisseia Açor-Americana". "Acabada a leitura, por mais conscientes que fiquemos de termos lido uma obra-prima, e por mais impressionados que nos deixe o percurso extraordinário do autor, não devemos pensar que estamos perante alguém que vai além de ser pessoa." - Daniel de Sá in Prefácio.

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"Uma Viagem Romântica a Moscovo". Depois da reunião de poemas dos anos 2000-2006 em Registo civil (Assírio & Alvim, 2010), e das obras breves Por isso voltarei (2010) e Corpos (2011), Carlos Alberto Machado neste Uma viagem romântica a Moscovo aproxima-se de personagens e situações do “bairro”, sem abandonar os seus temas de sempre (a escrita, os corpos, a finitude).

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"Na Noite Silenciosa". Devia este livro ter saído há um ano. Para isso o começaram a imprimir. Estavas então connosco, Pai, e eu dedicava-to. Tu sabes do muito que eu te queria. Do muito que te venerava. Pelo muito que nos amaste a todos nós. Pelo muito que lutaste e te sacrificaste por todos nós. E por tudo o que nos deste com a tua lição de honradez e verticalidade. E por tudo o que nos deste com a tua lição de pura fidelidade aos princípios da Justiça, da Verdade, da Igualdade (...)

"Na Noite Silenciosa". Devia este livro ter saído há um ano. Para isso o começaram a imprimir. Estavas então connosco, Pai, e eu dedicava-to. Tu sabes do muito que eu te queria. Do muito que te venerava. Pelo muito que nos amaste a todos nós. Pelo muito que lutaste e te sacrificaste por todos nós. E por tudo o que nos deste com a tua lição de honradez e verticalidade. E por tudo o que nos deste com a tua lição de pura fidelidade aos princípios da Justiça, da Verdade, da Igualdade (...)

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