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"Às Vezes é um Insecto que Faz Disparar o Alarme". Sinopse: Um livro de poesia de um dos mais destacados autores dos Açores. Às Vezes é um Insecto que Faz Disparar o Alarme aborda temas do quotidiano, ou do modo como transformar as nossas vivências em palavras partilháveis. Uma linguagem simples e depurada, mas segura e rigorosa, que nos cativa para a leitura.

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TÍTULO IV  DOS CRIMES CONTRA    A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO            Atentado contra a liberdade de trabalho

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A Liberdade do cidadão brasileiro está sendo controlada pelo excesso de leis do congresso.!...

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.   Dos Meus Livros: O homem que via passar os comboios - Georges Simen...

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"Os Filhos de Mussa Mbiki". Cinco narrativas desencantadas sobre um Moçambique devastado pela guerra, num registo cru e frontal que se demarca raivosamente dos estereótipos da Mamã África para afirmar a universalidade dos africanos.

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"O Boato. Introdução ao Pessimismo". «Uma sinopse é uma promessa eleitoral. Uma declaração de amor eterno. O candidato numa entrevista de trabalho. O agente imobiliário vendendo a casa. A candidata a Miss Mundo falando do sonho de salvar as crianças de África. É o melhor de nós, em poucas linhas – a perfeição que não resiste a algo maior do que um affair. E não há qualquer mal nisso – desde que feito entre adultos. Esta é a sinopse d’ O Boato, uma introdução ao pessimismo em 187…

"O Boato. Introdução ao Pessimismo". «Uma sinopse é uma promessa eleitoral. Uma declaração de amor eterno. O candidato numa entrevista de trabalho. O agente imobiliário vendendo a casa. A candidata a Miss Mundo falando do sonho de salvar as crianças de África. É o melhor de nós, em poucas linhas – a perfeição que não resiste a algo maior do que um affair. E não há qualquer mal nisso – desde que feito entre adultos. Esta é a sinopse d’ O Boato, uma introdução ao pessimismo em 187…

"O Escuro Anterior". “Depois de Rui Knopfli, Sebastião Alba e José Craveirinha, Luís Carlos Patraquim (nascido em 1953, na então Lourenço Marques) é provavelmente o maior poeta moçambicano. Patraquim tem uma arte poética bem calibrada, capaz de escrever poemas curtos muito expressivos e quase expressionistas, verbalmente densos e imprevisíveis, com uma aposta imagística eficaz. (...)

"O Escuro Anterior". “Depois de Rui Knopfli, Sebastião Alba e José Craveirinha, Luís Carlos Patraquim (nascido em 1953, na então Lourenço Marques) é provavelmente o maior poeta moçambicano. Patraquim tem uma arte poética bem calibrada, capaz de escrever poemas curtos muito expressivos e quase expressionistas, verbalmente densos e imprevisíveis, com uma aposta imagística eficaz. (...)

"Ainda Há a Chuva a Cair". O tempo é inexorável, por isso tentamos jogar com ele, na medida em que nos faz contar, sentir, amar, recordar e, às vezes, ficar sem tempo e, então, em tempo de tanta seca, ainda há a chuva a cair, na poesia e nas vidraças das janelas da vida.

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"Signos de Camões". Qual o signo de Camões? Luis Maffei, poeta brasileiro que ensina literatura portuguesa e tem em Camões a sua grande obsessão poética, não responde à irrespondível pergunta astrológica, mas, partindo de estímulo zodiacal, procura signos poéticos de Camões enquanto escreve os seus próprios. Leitura e escrita, reescrita e novidade, forma fixa e verso livre, astrologia e doze poemas: Signos de Camões.

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"Tratados". "Tratados" é um delicado livro de poesia de um autor já firmado nas letras açorianas. Este novo livro é organizado em similitude com os Livros de Horas cristãos. Repartido em Dia e Noite, os seus poemas, de um belo rigor formal, falam de temas que lhe são caros, como a salvação ou o tempo (a isto não será alheia a sua formação religiosa e filosófica).

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