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"Ninguém desiste do outro de uma hora para outra; até chegarmos ao ponto da exaustão emocional, ao vazio das forças para nos manter ao lado do parceiro, ao não ter mais como respirar, fomos dando vários indícios de que as coisas não estavam caminhando com serenidade." http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2015/ela-dizia-adeus-ele-entendia-ate-logo.html

O surrealismo não está morto. Depois de uma vida no mundo publicitário, Ben Goossens descobriu na reforma que o seu passatempo era mais do que isso. Veja as fotografias deste belga que não deixa André Breton dar voltas no seu túmulo. http://obviousmag.org/archives/2010/08/o_mundo_imaginario_de_ben_goossens_1.html

Desde muito tempo, algumas doutrinas pregaram que a única forma de ascender a Deus é pelo martírio da melancolia. Privando-se dos prazeres voluptuosos – e chegando ao extremo de negar aqueles inexoráveis para nossa existência – o corpo é enfraquecido com o objetivo de enrijecer a alma. http://obviousmag.org/vontade_de_arte/2015/09/ensaio-para-uma-teologia-da-alegria.html

"através do medo de envelhecer não estará, acaso, o medo da morte que assim se exprime, ou falando de outro modo: o temor de perder a vida, como tivemos que perder o seio ou a placenta? Mas essa perda é impossível, impensável em demasia, exceto se anteciparmos o ganho de outra vida, celeste ou reencarnada, através da fé num ideal religioso. Talvez não seja a própria morte que cause medo, mas a ideia que temos dela".

Um filme pesado e leve ao mesmo tempo. Por meio de uma linguagem suave, o diretor e roteirista revelou personagens trágicos e uma realidade implacável, mas que apesar de tudo, ainda pode reservar um quinhão de esperança e calor humano aos seus sobreviventes. Livre de julgamentos morais, Nothing's all bad mostra também que nem sempre reencontramos o sentido da vida por vias ortodoxas ou politicamente corretas…

No meu último artigo na Obvious destaquei como Schleiermacher, Dilthey, Troeltsch, Gadamer e Levinas se relacionam com seus objetos de interpretação. Neste artigo, propõe-se um passo a mais: que dicas podemos tirar destes autores para uma leitura satisfatória? Vamos lá, temos muito a aprender. http://obviousmag.org/repensar/2015/dicas-filosoficas-para-uma-leitura-bem-disposta.html

Eles veem mais que um par de olhos, pernas ou braços, enxergam humanos e suas construções. Respeitam e querem saber mais de tudo que os forma. Você já conheceu um nerd humanista? http://obviousmag.org/canhotanavida/2015/a-geracao-de-nerds-humanistas.html

Em uma exposição de pré conceitos, o longa francês "Qu'est-ce qu'on a fait au Bon Dieu?" aborda de uma forma leve e bem humorada o tema da imigração e xenofobia subsequente. Do preconceito sagrado a qual todos compartilham, sejam oprimidos ou opressores. http://obviousmag.org/bodega_bay/2015/e-nos-que-mal-fizemos-a-deus.html

"...já foi montado em 25 países, ganhou 50 grandes prêmios do teatro, arrecadou mais de 5 bilhões de dólares e já foi visto por mais de 100 milhões de pessoas. Mas os números não param por aí, pois tanto a produção de Nova Iorque quanto a de Londres continuam em cartaz até hoje. The Phantom of the Opera domina a posição de maior espetáculo teatral de todos os tempos, ultrapassando o fenômeno “Cats”, também de Lloyd Webber, em todas as categorias."

"Sem o amor ao saber não evoluímos intelectualmente e emocionalmente. Sem o amor ao saber não temos senso crítico, não temos autocrítica. Sem o amor ao saber não nos reinventamos, não reciclamos nossas ideias e valores, nos fechamos dentro de nós mesmos, acreditando em paradigmas da infância."

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