Pinterest • O catálogo de ideias do mundo todo

Explore Caminhando, Vazio e muito mais!

de OBVIOUS

ela dizia “adeus”, ele entendia “até logo”

"Ninguém desiste do outro de uma hora para outra; até chegarmos ao ponto da exaustão emocional, ao vazio das forças para nos manter ao lado do parceiro, ao não ter mais como respirar, fomos dando vários indícios de que as coisas não estavam caminhando com serenidade." http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_vida/2015/ela-dizia-adeus-ele-entendia-ate-logo.html

de OBVIOUS

é preciso despedir-se de algumas coisas para que novos 'olás' cheguem

Por que você se prende ao que não te quer mais? Por que você tem tanto medo de dizer "olá"? Deixe as coisas acontecerem! Não se prenda ao passado! Dê uma nova chance a si próprio. Pratique a lei do desapego. Livre-se do que não te faz bem e logo se surpreenderá com novos acontecimentos, pessoas e oportunidades de se renovar. http://obviousmag.org/sem_papas_na_lingua/2015/e-preciso-se-despedir-de-algumas-coisas-para-que-novos-olacheguem.html

de OBVIOUS

o luto, a velhice, e as pequenas e grandes perdas

"através do medo de envelhecer não estará, acaso, o medo da morte que assim se exprime, ou falando de outro modo: o temor de perder a vida, como tivemos que perder o seio ou a placenta? Mas essa perda é impossível, impensável em demasia, exceto se anteciparmos o ganho de outra vida, celeste ou reencarnada, através da fé num ideal religioso. Talvez não seja a própria morte que cause medo, mas a ideia que temos dela".

de OBVIOUS

ensaio para uma teologia da alegria

Desde muito tempo, algumas doutrinas pregaram que a única forma de ascender a Deus é pelo martírio da melancolia. Privando-se dos prazeres voluptuosos – e chegando ao extremo de negar aqueles inexoráveis para nossa existência – o corpo é enfraquecido com o objetivo de enrijecer a alma. http://obviousmag.org/vontade_de_arte/2015/09/ensaio-para-uma-teologia-da-alegria.html

de OBVIOUS

o amor deveria estar acima de tudo?

Não conseguimos dar chance pro que é palpável, porque o emocional diz que há de existir algo melhor, que aquilo não é intenso o suficiente. Mas o melhor não existe, ao que parece. E acabamos sempre insatisfeitas e frustradas. E frustrando as pessoas com quem nos relacionamos. E sozinhas. http://obviousmag.org/mate_com_adocante/2015/o-amor-deveria-estar-acima-de-tudo.html

de OBVIOUS

nothing's all bad: o encontro no caos

Um filme pesado e leve ao mesmo tempo. Por meio de uma linguagem suave, o diretor e roteirista revelou personagens trágicos e uma realidade implacável, mas que apesar de tudo, ainda pode reservar um quinhão de esperança e calor humano aos seus sobreviventes. Livre de julgamentos morais, Nothing's all bad mostra também que nem sempre reencontramos o sentido da vida por vias ortodoxas ou politicamente corretas…

de OBVIOUS

e nós, que mal fizemos a deus?

Em uma exposição de pré conceitos, o longa francês "Qu'est-ce qu'on a fait au Bon Dieu?" aborda de uma forma leve e bem humorada o tema da imigração e xenofobia subsequente. Do preconceito sagrado a qual todos compartilham, sejam oprimidos ou opressores. http://obviousmag.org/bodega_bay/2015/e-nos-que-mal-fizemos-a-deus.html

de OBVIOUS

o amor, sobretudo, o amor

O amor é um cordeiro oferecido ao sacrifício em troca de perdão. O amor é a prova irrefutável de que existe mágica e de que há mistérios que devem ser apenas contemplados. O amor é uma vertigem que dá quando estamos muito felizes. O amor não cabe aqui, nem nele ou em mim. O amor transcende palavras, gestos e fatos. Eu sou só um sujeito ateu que não consegue deixar de reconhecer que o amor é um milagre. http://obviousmag.org/mapas_do_acaso/2015/o-amor-sobretudo-o-amor.html

de OBVIOUS

the phantom of the opera - o maior espetáculo de todos os tempos

"...já foi montado em 25 países, ganhou 50 grandes prêmios do teatro, arrecadou mais de 5 bilhões de dólares e já foi visto por mais de 100 milhões de pessoas. Mas os números não param por aí, pois tanto a produção de Nova Iorque quanto a de Londres continuam em cartaz até hoje. The Phantom of the Opera domina a posição de maior espetáculo teatral de todos os tempos, ultrapassando o fenômeno “Cats”, também de Lloyd Webber, em todas as categorias."

de OBVIOUS

por um mundo mais filosófico

"Sem o amor ao saber não evoluímos intelectualmente e emocionalmente. Sem o amor ao saber não temos senso crítico, não temos autocrítica. Sem o amor ao saber não nos reinventamos, não reciclamos nossas ideias e valores, nos fechamos dentro de nós mesmos, acreditando em paradigmas da infância."