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A obra do grande Ariano Suassuna recebe a nossa mais do que merecida homenagem em forma de poster. Chicó, João Grilo e muita brasilidade agora em sua parede!

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Mas sabe aqueles momentos em que, para descansar da leitura, você começa a ler a sinopse, a introdução, a orelha do livro? Pois então, numa dessas, abri a orelha do livro e o que encontrei senão uma dedicatória da minha mãe? - http://pulaumalinhaparagrafo.wordpress.com/2012/07/06/grande-sertao-veredas/#

Grande Sertão: Veredas

Mas sabe aqueles momentos em que, para descansar da leitura, você começa a ler a sinopse, a introdução, a orelha do livro? Pois então, numa dessas, abri a orelha do livro e o que encontrei senão uma dedicatória da minha mãe? - http://pulaumalinhaparagrafo.wordpress.com/2012/07/06/grande-sertao-veredas/#

O escritor João Guimarães Rosa fotografado por Eugenio Silva para a revista “O Cruzeiro”, durante a viagem de dez dias pelo sertão, em 1952, acompanhando um grupo de vaqueiros que levava uma boiada de uma fazenda a outra, em um percurso de 240 quilômetros. A travessia de Guimarães Rosa seguindo os vaqueiros resultaria, anos mais tarde, no livro "Grande Sertão: Veredas". Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2013/09/o-cruzeiro-nos-bastidores.html

O escritor João Guimarães Rosa fotografado por Eugenio Silva para a revista “O Cruzeiro”, durante a viagem de dez dias pelo sertão, em 1952, acompanhando um grupo de vaqueiros que levava uma boiada de uma fazenda a outra, em um percurso de 240 quilômetros. A travessia de Guimarães Rosa seguindo os vaqueiros resultaria, anos mais tarde, no livro "Grande Sertão: Veredas". Veja também: http://semioticas1.blogspot.com.br/2013/09/o-cruzeiro-nos-bastidores.html

QUALQUER AMOR Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura. (João Guimarães Rosa, excerto de Grande Sertão: Veredas (1956))

QUALQUER AMOR Só se pode viver perto de outro, e conhecer outra pessoa, sem perigo de ódio, se a gente tem amor. Qualquer amor já é um pouquinho de saúde, um descanso na loucura. (João Guimarães Rosa, excerto de Grande Sertão: Veredas (1956))

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