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Quando o meu grito for silêncio e solidão  a minha pele já sem viço enrugar  e nos meus olhos não restar nem um só brilho  eu ainda te amarei, meu doce amigo…    E se nas noites sem razão e sem luar  de manto negro as estrelas se cobrirem  ou se o sol em pleno dia se esconder  trazendo escuridão e desabrigo    ainda assim o teu amor me guiará  e te amarei: é para sempre, doce amigo…    (Ariadna Garibaldi)

Quando o meu grito for silêncio e solidão a minha pele já sem viço enrugar e nos meus olhos não restar nem um só brilho eu ainda te amarei, meu doce amigo… E se nas noites sem razão e sem luar de manto negro as estrelas se cobrirem ou se o sol em pleno dia se esconder trazendo escuridão e desabrigo ainda assim o teu amor me guiará e te amarei: é para sempre, doce amigo… (Ariadna Garibaldi)

Sorria para não se contaminar com a tristeza dos outros. Smile to don't be contaminated by the other people's sadness

Sorria para não se contaminar com a tristeza dos outros. Smile to don't be contaminated by the other people's sadness

As coisas vão dar certo.  Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa.  Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma.  Certo, muitas ilusões dançaram.  Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas.  Que 2012 seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante.  Que seja bom o que vier, pra você.    Caio Fernando Abreu

As coisas vão dar certo. Vai ter amor, vai ter fé, vai ter paz – se não tiver, a gente inventa. Te quero ver feliz, te quero ver sem melancolia nenhuma. Certo, muitas ilusões dançaram. Mas eu me recuso a descrer absolutamente de tudo, eu faço força para manter algumas esperanças acesas, como velas. Que 2012 seja doce. Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Que seja bom o que vier, pra você. Caio Fernando Abreu

“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso.   Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta o nosso edifício inteiro.”    (Clarice Lispector)

“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta o nosso edifício inteiro.” (Clarice Lispector)

Resultado de imagem para papel de parede pc

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Alguém pode me dizer  Se estava prevista na palma da minha mão  Esta paixão inesperada  Se estava já escrita e demarcada  Na linha da minha vida  Se fazia já parte da estrada  E tinha que ser vivida      Ou foi um desgoverno repentino  Que surpreendeu os deuses, todos  Os que desenham o nosso destino  Ou foi um desatino, uma loucura  Uma imprevisível subversão  Que só a patir de agora eu trago marcada  Na palma da minha mão      (Bruna Lombardi)

Alguém pode me dizer Se estava prevista na palma da minha mão Esta paixão inesperada Se estava já escrita e demarcada Na linha da minha vida Se fazia já parte da estrada E tinha que ser vivida Ou foi um desgoverno repentino Que surpreendeu os deuses, todos Os que desenham o nosso destino Ou foi um desatino, uma loucura Uma imprevisível subversão Que só a patir de agora eu trago marcada Na palma da minha mão (Bruna Lombardi)

•*´¯ ✿ "Se a gente quer resultado, nós temos que lutar, não adianta, nada vai cair do céu. A fé nasce é do chão, acho que a gente inverteu as coisas não é?"    Pe. Fábio de Melo

•*´¯ ✿ "Se a gente quer resultado, nós temos que lutar, não adianta, nada vai cair do céu. A fé nasce é do chão, acho que a gente inverteu as coisas não é?" Pe. Fábio de Melo

"A cada dia que vivo,  mais me convenço de que  o desperdício da vida está  no amor que não damos,  nas forças que não usamos,  na prudência egoísta que nada arrisca,  e que, esquivando-se do sofrimento,  perdemos também a felicidade"        (Carlos Drummond de Andrade)

"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade" (Carlos Drummond de Andrade)

"Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história.   Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável.  Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto.  Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme.   Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim.  Não sou fácil. Não coleciono inimigos.   Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua.

"Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua.

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.    (Clarice Lispector)

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil. (Clarice Lispector)

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