Tânia Houck
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Concede-me, Senhor, a graça de ser boa, /  de ser o coração singelo que perdoa, /  a solícita mão que espalha, sem medidas, /  estrelas pela noite escura de outras vidas /  e tira d'alma alheia o espinho que magoa.  ["Prece", Helena Kolody]

Concede-me, Senhor, a graça de ser boa, / de ser o coração singelo que perdoa, / a solícita mão que espalha, sem medidas, / estrelas pela noite escura de outras vidas / e tira d'alma alheia o espinho que magoa. ["Prece", Helena Kolody]